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O Clube Atlético e Cultural emitiu um comunicado ameaçando a desistência das competições nacionais de goalball, queixando-se do clima de tensão e da forma desrespeitosa e hostil como os dirigentes e atletas têm sido tratados pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais.
Na nota publicada, referem que foram surpreendidos, a poucas horas da Supertaça, com o impedimento da “participação de um atleta devidamente inscrito, situação que evidencia incoerência nos critérios aplicados e falta de respeito institucional, dado que o mesmo episódio foi aceite no ano passado com suposta conivência da ANDDVIS”.
Depois de ter comunicado o problema à FPDD (Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência), que resolveu o problema, “garantindo o respeito pelos regulamentos e a defesa dos direitos do clube e dos seus atletas”, seguiu-se “uma pressão e hostilidade” dentro de campo. “Decisões incompreensíveis que tornaram o jogo disfigurativo, afetando atletas, treinadores e a integridade da modalidade”, afirmam, acabando por repudiar o facto dos "seus dirigentes terem sido alvo de insultos, insinuações graves e pressões constantes em contextos institucionais, incluindo assembleias gerais”.
O CAC voltou a ‘atacar’ a associação, referindo que a mesma é “conduzida de forma robotizada e desumana, privilegiando jogos de bastidores para alterar a inscrição de um atleta em vez de garantir a correta e transparente classificação desportiva”.
“Até hoje, continuamos à espera de um esclarecimento, uma vez que, sendo o 3.º classificado da época desportiva, não foi incluído na Taça Ibérica, uma decisão incompreensível e considerada vergonhosa a nível nacional e internacional. Estas situações só têm ocorrido porque o clube tem-se posicionado contra as recentes alterações de regulamento, devido ao facto de um dos seus atletas ter renunciado à seleção nacional e pelo sucesso pessoal e profissional dos demais elementos que compõem o clube, evidenciando uma clara relação entre a contestação responsável do CAC e a pressão institucional que tem sido exercida sobre o clube e os seus membros”, frisa, realçando mais três fatores: a proibição de gravações e vídeos em competições nacionais, o valor exorbitante das inscrições cobradas aos atletas e o não apoio à candidatura da prova europeia em 2026.
“O CAC atua não em nome de cores ou interesses de clube, mas pela modalidade e por todos aqueles que diariamente a praticam, defendendo a justiça, a integridade e o desenvolvimento do goalball em Portugal.”
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