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Português em ação numa prova que volta em força à Europa pela mão de Carlos Ramjanali
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Bassó Pires, atleta da KO Team, vai combater pela primeira vez no Japão na próximo domingo, dia 8, frente a Alfousseynou Kamara, numa estreia inédita para atletas lusos naquela que é uma das mais emblemáticas competições mundiais de K1. Depois de Francisco Maximiano, Humberto Évora e José Reis terem passado nas eliminatórias europeias, eis que um português sobe ao ringue no K1GP, com francas possibilidades de por lá se manter. "Sinto-me confiante e bem preparado, fisicamente e mentalmente,", começou por revelar a Record o atleta da KO TEAM.
"Sabemos bem o desafio que é. A preparação foi intensa e focada em três aspetos principais: adaptação ao fuso horário; treino específico para o adversário e recuperação e nutrição.Toda a equipa trabalhou em conjunto para garantir que estou pronto para ir para lá e fazer o meu trabalho".
Há um sonho lusitano antigo com o K1, bem materializado pelas prestações de Francisco Maximiano e José Reis em Barcelona e de Humberto Évora nas várias eliminatórias de Marselha. Humberto, aliás, defrontou alguns nomes importantes do circuito mundial como Serguey Gur, Tony Gregory e Freddy Kemayo, alguns deles na mesma noite. No entanto, em Tóquio e neste renovado torneio de K1, é Bassó Pires o primeiro português. "Sinceramente não sabia dessa informação. Mas posso dizer que me sinto honrado por ser o primeiro a representar Portugal, a Guiné Bissau (o meu país de origem), a minha equipa, KO TEAM e a nossa modalidade. São muitos anos de dedicação, esforço e sacrifício, e não tenho a menor dúvida de que estou à altura do desafio e da oportunidade que me está a ser dada", confirmou.
A prestação de Bassó, mais até do que o resultado, pode abrir as portas do K1GP para mais atletas portugueses, o que aumenta a responsabilidade sobre esta luta. "Tenho sempre essa consciência presente. Quando subo ao ringue, não subo só por mim, mas sim por todos. Todos os que têm um sonho e acham que nunca lá vão chegar, porque fazem parte de uma minoria, por questões económicas, porque acham que não têm as capacidades necessárias para lá chegarem ou simplesmente porque pensam que não passa de um sonho. E eu quero provar o contrário sempre que subo ao ringue: acho sempre que é possível, quando visualizamos o que queremos é meio caminho andado para vencermos. Olhem para mim: vou estar num palco, num grande palco, carregado de história e de histórias de grandes lendas. Este renascimento do K1GP é muito positivo para a modalidade e para os nossos atletas. Para mim é um enorme privilégio poder também passar por lá e deixar a minha marca", concluiu.
Mais formatos internacionais e... fora do âmbito do K1
Apesar de Bassó Pires ir jogar na Meca do K1, no berço da modalidade criada por Ishii Kancho, Portugal e Espanha vão entrar neste calendário já este ano, segundo confirmou o presidente da WAKO Pro, Carlos Ramjanali.
"Já tínhamos dito que esta prova ia passar por Portugal. O Bassó ir combater ao Japão é o reflexo do trabalho que tem feito com o João Diogo e a KO Team e da atenção que os matchmakers do K1 estão a dar aos nossos atletas - e sei que não vão ser os únicos. Pela nossa parte podemos dizer que vamos organizar este ano em Portugal, Espanha, Itália e em mais dois países que ainda não podemos confirmar. Mas o K1GP voltou e vai permanecer forte por cá", enalteceu Carlos Ramjanali, sublinhando que, em termos de desportos de combate, mais novidades e formatos internacionais irão surgir em Portugal e em 2026.
"Estamos em negociações bastante avançadas para mais eventos de renome mundial, e não apenas de K1, para acontecerem em Portugal este ano. Começámos a falar com o K1 há dois anos e materializamos agora o acordo porque havia da nossa parte a necessidade de confirmar as valias e a força da marca agregada ao que é o contexto de qualidade dos atletas e organização WAKO Pro. Pareceu-nos, então, um bom casamento e hoje achamos que decidimos bem. Em breve esperamos apresentar mais duas provas internacionais, uma delas não é de K1, mas que estão a ser trabalhadas há algum tempo".
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