Bodyboard: Ricardo Rosmaninho e Joana Schenker defendem liderança na Costa

Segunda etapa do nacional decorre próximos dias 13 e 14, na Praia do Paraíso

A corrida pelos títulos nacionais de bodyboard continua na Costa de Caparica, nos próximos dias 13 e 14, na Praia do Paraíso. Na divisão open, a competição está acesa depois da vitória de Ricardo Rosmaninho na etapa inaugural, em Peniche. Mas existe a expectativa de ver se o bodyboarder da Póvoa de Varzim poderá sustentar o brilharete com um novo resultado que lhe permita aspirar pelo título, quando joga em casa do campeão Hugo Pinheiro.

"Quando cheguei a Peniche não estava à espera de ganhar porque a primeira etapa nunca é a minha melhor. Mas isto mudou a minha abordagem", confessa Rosmaninho, do Clube Naval Povoense. Apesar dos seus 22 anos, é já um "habituée" em grandes performances mas sempre lhe faltou qualquer coisa para conquistar um título. "Acho que estou mais consistente. Já compito no open desde os 17, com bons resultados, mas nunca me senti na luta pelo título, embora houvesse quem me apontasse nesse sentido. Essencialmente mudou a minha atitude, o meu ‘mind set’. E tenho um preparador físico que tem trabalhado comigo para este fim e isso notou-se na final, estava com mais energia e mais confiante".

Se no open, Rosmaninho foi um vencedor quase surpreendente, no feminino, Joana Schenker não deixou os créditos de campeã serem arrastados pelas correntes do Pico da Mota, onde se realizou a etapa penichense, e venceu, apesar da forte concorrência da carcavelense Mariana Rosa, que ainda lhe "mordeu os calcanhares". Para não falar da nazarena Teresa Almeida e de Madalena Padrela, outra atleta de Carcavelos.

Na Caparica, Joana espera manter o registo inatacável de cinco vitórias consecutivas. De facto, desde que o Nacional regressou às praias da Margem Sul que a ex-campeã mundial nunca perdeu ali. E este ano aposta em manter a série perfeita. "Gosto muito da etapa da Costa da Caparica, sempre fui muito bem tratada ali, sinto-me praticamente em casa, e o facto de nunca ter perdido ali não prejudica nada a minha opinião (risos). Penso também que é muito importante ser uma etapa em que os atletas masculinos e femininos têm o mesmo ‘prize money’ o que faz com que esta etapa seja um exemplo para todo o desporto. É algo que gosto de sublinhar e que tem de ser aplaudido. O Circuito Nacional é um dos pontos altos da minha época e este ano tem a particularidade de terminar imediatamente antes do arranque do Mundial, pelo que servirá de uma excelente rampa de lançamento para a minha tentativa de lutar, novamente, pelo título mundial", disse Joana Schenker.

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