Culturista explica: «Por nos negarmos a participar não quer dizer que estivessemos dopados»

Debandada em evento no País Basco após chegada das brigadas antidoping justificada por um dos participantes

• Foto: DR Record

Um dos culturistas que no último fim-de-semana não participou no torneio que ia disputar-se no País Basco por causa do aparecimento das brigadas antidoping, contou ao jornal espanhol 'As' que não concorda com a realização de controlos na modalidade 

"Neguei-me a competir. Não nos reconhecem como desportistas, não nos deixam ter uma federação e depois submetem-nos a estas provas", refere indignado o culturista, que preferiu manter-no anonimato. 

Explica que iam participar 28 culturistas, apresentaram-se 18 e 16 renunciaram; um tinha consumido canabis horas antes, acrescenta.

"Ninguém ia sujeitar-se a uma possível sanção. Temos a nossa vida, os nossos trabalhos... Não é normal que não se avise deste tipo de controlos. Mas o facto de nos negarmos a participar não quer dizer que estivessemos dopados. Onde está a presunção de inocência?", questiona. "Depois, nós não fugimos a correr, ficámos lá todos. Eu estava com a minha família."

Domingo disputa-se em Albacete o Campeonato de Espanha. "Em princípio não vão aparecer brigadas antidoping, mas se alguém de fora o solicitar, podem surgir agentes da WADA (Agência Mundial Antidopagem) e vamos ficar na mesma." 

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