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Apesar da tentativa de bloqueio ucraniana, o regresso foi aprovado por maioria, mas a decisão final pertence ao Comité Olímpico Internacional
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Está instalada a polémica. Em congresso extraordinário, a Federação Internacional de Esgrima aprovou a reincorporação de atletas russos e bielorrussos, com efeitos imediatos a partir de abril de 2023. Tudo a tempo de poderem competir nos mundiais de Milão, em julho próximo, e de participar na fase de qualificação para os Jogos Olímpicos (JO) de 2024, em Paris.
Mediante votação e apesar de duas tentativas de bloqueio por parte parte da federação ucraniana de esgrima, a decisão foi aprovada por maioria, depois de a Rússia e Bielorrúsia terem sido banidas de toda a competição em março de 2022, em virtude da guerra na Ucrânia.
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A decisão final, porém, está nas mãos do Comité Olímpico Internacional, cujo presidente, Thomas Bach, foi esgrimista e medalha de ouro da modalidade nos JO de Montreal em 1976, pela então República Federal Alemã.
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