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Lisa Mason afirma que estas são situações que continuam a acontecer ainda hoje em dia
É mais um caso de abuso no desporto e começa agora a ganhar vozes. Lisa Mason, antiga ginasta olímpica da Grã-Bretanha, é uma das denunciantes, mas não é a única, apesar de, como refere, o medo faz com que muitos casos, que ainda hoje em dia acontecem, não sejam reportados. Agressões físicas e psicológicas: atletas que são obrigadas a passar fome, a treinar até à exaustão ou mesmo lesionadas, são apenas alguns dos casos.
"Fico tão frustrada quando oiço as pessoas dizerem "naquela época" era assim, era uma época diferente. Sim, realmente qualquer dos treinadores que me fez 'mal' está morto ou aposentado, mas isto ainda acontece, atualmente! E continuo a dizer, na maioria das vezes, a BG [British Gymnastics] está ciente e não faz nada", escreveu nas redes sociais Lisa Mason.
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A antiga ginasta olímpica relatou que com apenas 10 anos era colocada nas barras assimétricas até as mãos sangrarem; que muitas vezes era obrigada a treinar sob efeitos de analgésicos apesar de estar lesionada.
Também Catherine Lyons, que em 2014 chegou a ser campeã europeia de juniores, relatou episódios semelhantes de abusos - com gritos e agressões - que sofreu e que a levaram a abandonar a modalidade. Agora com 19 anos, Catherine Lyons já não sonha em ir com os Jogos Olímpicos.
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