Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Prova chegou a ser interrompida devido ao mau tempo
Seguir Autor:
O norte-americano J.J. Spaun conquistou no domingo o seu primeiro major, ao vencer a 125.ª edição do US Open em golfe, apesar de, na última volta, ter perdido cinco pancadas nos primeiros seis buracos.
J.J. Spaun, de 34 anos e 25.º do ranking mundial, terminou a prova com um total de 279 pancadas (uma baixo do PAR), sendo o único jogador que conseguiu fazer o percurso de Oakmont, na Pensilvânia, sem ser acima do PAR.
Num dia com muito mau tempo, que chegou a interromper a prova, o golfista norte-americano fez 72 pancadas, duas acima do PAR, ao marcar quatro bidies (uma pancada abaixo do PAR), todos nos últimos sete buracos, e seis bogeys (uma acima).
Na tabela, J.J. Spaun, que tinha finalizado a terceira volta a uma pancada do compatriota Sam Burns, que liderava, acabou com duas pancadas de vantagem sobre o escocês Robert McIntyre, segundo classificado, que somou 281 pancadas (uma acima), após 68 (duas abaixo) na última volta.
Por seu lado, o norueguês Viktor Hovland fechou o pódio, com 282 pancadas (duas acima), enquanto Sam Burns caiu da liderança para o oitavo posto, com 284 (quatro acima), após somar 78 shots (oito acima) no último dia, incluindo dois duplos bogeys.
Depois de ter completado o 'Grand Slam' com o recente triunfo no Masters, o norte-irlandês Rory McIlroy, que soma cinco triunfos em majors, incluindo o US Open, em 2011, subiu do 49.º para o 19.º posto final, com uma última volta de 67 pancadas (três abaixo).
Golfista português realizou novamente um percurso de 69 pancadas, três pancadas abaixo do par
Golfista luso em destaque
Dia de emoções mistas para os portugueses na prova
Já Daniel Rodrigues é 108.º classificado
Rumores e confirmações nos principais campeonatos
Rumores e confirmações nos principais campeonatos
Central holandês deixou o Sporting para regressar ao seu país
Ex-internacional e dirigente defendeu aposta nos jovens lusos no Congresso: "Já provaram que são melhores"