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Vítor Lopes, Tomás Bessa, Tomás Melo Gouveia e Pedro Figueiredo no penúltimo torneio do Challenge Tour de 2022
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Pedro Figueiredo, Tomás Melo Gouveia, Vítor Lopes e Tomás Bessa terão muito em jogo, a partir da próxima quinta-feira, quando iniciarem a sua participação no English Trophy, o torneio de 262 mil euros em prémios monetários, que encerrará a época regular de 2022 do Challenge Tour.
O English Trophy é a última hipótese de apuramento para o top-45 que depois irá disputar a Rolex Challenge Tour Grand Final, em Palma de Maiorca, de 3 a 6 de novembro.
A vitória neste torneio inglês a realizar-se em Frilford Heath, em Abingdon, vale 44.177,67 pontos para a Corrida para Maiorca, pelo que, teoricamente, todos os quatro portugueses têm hipóteses matemáticas de qualificarem-se para a Grande Final do Challenge Tour.
Contudo, realisticamente, só Pedro Figueiredo, o 81.º classificado no ranking desta segunda divisão europeia, tem chances de alcançá-lo. Para os outros três só a vitória interessa.
"Figgy" jogou o Challenge Tour de 2023 com Categoria 6 por ter ficado de fora do top-122 da Corrida para o Dubai e já sabe que tem o seu lugar garantido no Challenge Tour de 2023.
Mas não é apenas pela Grande Final que o profissional da Vanguard está a lutar esta semana em Inglaterra. É que se conseguir terminar a época no top-70 da Corrida para Maiorca, irá melhorar a sua condição de acesso aos torneios em 2023, passando para a Categoria-12. Fora do top-70 deverá ter uma Categoria pior para o ano.
Tomás Melo Gouveia, que foi membro do Challenge Tour deste ano com a Categoria 13b, por ter terminado no top-5 da Ordem de Mérito do Pro Golf Tour em 2021, é o que está numa situação mais delicada, pois ocupa atualmente o 132.º posto na Corrida para Maiorca e precisa de integrar pelo menos o top-120 para entrar diretamente num número razoável de torneios no próximo ano.
Tomás Bessa, em 109.º, e Vítor Lopes, em 114.º, desejam sobretudo manter esse top-120, mas é realista para eles pensarem que podem entrar no tal top-70 da Corrida para Maiorca e ficarem com a Categoria 12 para o Challenge Tour de 2023. Este ano, Vítor teve a Categoria 20 e Tomás a 19. No mínimo irão ter a 14 em 2023, mas seria bem melhor a 12.
Isso faria uma enorme diferença na próxima época para qualquer um deles, pois significaria poderem deixar de lado o Alps Tour (a terceira divisão europeia em que militaram em 2022) e concentrarem os seus esforços no Challenge Tour, a segunda divisão.
Vítor Lopes, de qualquer modo, já tomou uma decisão sobre o assunto e, aconteça o que acontecer esta semana em Inglaterra, não competirá regularmente no Alps Tour em 2023, ao contrário do que fez em 2021 (terminou o ano no 9.º lugar do ranking) e em meia época de 2022 (fechou a temporada no 48.º posto da hierarquia).
"Certamente não terei interesse em jogar o Alps Tour para o ano, embora vá manter a Categoria para esse circuito. Irei apostar mais no Challenge Tour como fiz desde junho deste ano", disse o algarvio à Tee Times Golf, em exclusivo para Record.
"O Alps Tour de 2022 não foi fácil no início (para mim), mas consegui um top-3 que garantiu-me a presença na Grande Final em Modena. Foi uma época em que tive de decidir jogar no Challenge Tour (a partir de junho), mediante a Categoria (20) e os convites (da FPG), porque o Alps Tour não estava a correr-me bem", admitiu o jogador do Clube de Golfe de Vilamoura.
Foi exatamente no seu penúltimo torneio da época no Alps Tour, no Alps de Las Castillas, em julho, que Vítor Lopes alcançou o tal 3.º lugar (-12), o seu único top-10 do ano, embora tenha contado ainda com outros dois top-20, num total de 11 torneios disputados.
Bem melhor foi a sua época em Portugal, com dois torneios ganhos no circuito profissional português. No Challenge Tour também registou um bom 8.º lugar em agosto, no Frederikshavn Challenge, na Dinamarca. Neste circuito leva 12 torneios jogados e passou o cut em sete ocasiões.
É verdade que aquele 8.º posto foi o seu único top-20, mas está confiante para o English Trophy desta semana, até porque preparou-o de forma específica.
Sabendo que a Emilia Romagna Alps Tour Grand Final da semana passada, em Modena, era pouco relevante para ele, preocupou-se mais em automatizar um tipo de jogo que poderá ser mais adequado às condições que irá encontrar esta semana em Frilford Heath.
"A semana no Alps tour foi bastante boa em termos de treino. Optei por jogar a Grande Final do Alps Tour para preparar-me e entrar em modo competitivo, antes desta semana em Inglaterra. Dei shots que normalmente não daria em torneio, mas que visaram preparar esta semana, como shots baixos, shots de três quartos… sei que o resultado não foi dos melhores (30.º empatado, a Par do campo), mas consegui duas voltas abaixo do Par (76+69+71) e já estou focado na semana em Inglaterra", explicou-nos o português de 26 anos.
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