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Foi 20.º classificado no Open da Polónia
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João Pinto Basto obteve a sua melhor classificação de sempre em torneios regulares do Pro Golf Tour, uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu, ao arrancar um top-20 no Open da Polónia.
O profissional do Quinta do Peru Golf & Country Club integrou o grupo de sete jogadores que empataram no 20.º posto, ao apresentar um resultado de 203 pancadas, 7 abaixo do Par do Gradi Golf Club, após voltas de 65, 72 e 66.
"Foi um torneio bom, no qual comecei, finalmente, a ver os resultados do trabalho que tenho vindo a fazer com o meu treinador, Gonçalo Pinto. É um processo longo, às vezes começamos a ficar um pouco ansiosos e a querer logo logo resultados, mas há que ser paciente e esperar por eles", disse a Record o jogador de 28 anos.
João Pinto Basto converteu 13 birdies e 1 eagle, face a 6 bogeys e 1 duplo-bogey, jogando abaixo do Par em duas das três voltas. Sentiu melhorias no jogo no green: "O putt foi sempre a minha kryptonite, mas, finalmente, estou a ver resultados e a conseguir ‘patar’ bem em torneios, o que dá-me muita confiança".
Um progresso recente, mas que já se tinha feito sentir no Circuito da Federação Portuguesa de Golfe: "Há cerca de um mês, na Quinta do Vale, quando acabei no 2.º lugar, com 5 abaixo do Par, já tinha sentido isso, já tinha mostrado do que sou capaz, por estar a ‘patar’ melhor. O jogo está sólido do ‘tee ao green’ e se estiver a ‘patar’ bem consigo exibições que mostram mais o meu nível".
O Gradi Polish Open by Emeralld contou com 145 jogadores, entre os quais três portugueses. Pedro Lencart e Alexandre Abreu não passaram o cut. Pedro Lencart – que este ano já venceu um torneio deste circuito – somou 140 (73+67), Par, enquanto Alexandre Abreu marcou 145 (72+73), +5.
João Pinto Basto embolsou 411 euros e subiu 41 posições na Ordem de Mérito deste circuito germânico, para o 79.º lugar. Pedro Lencart manteve-se no 5.º posto, sendo importante segurar o top-5, pois, no final da temporada, os cinco primeiros ascendem ao Challenge Tour, a segunda divisão europeia. Tomás Melo Gouveia, que não jogou na Polónia por estar a competir esta semana no Challenge Tour, é o 82.º; e Alexandre Abreu ainda não está classificado no ranking.
"A minha época está a ser um pouco de altos e baixos, um bocado inconsistente, mas as voltas boas têm estado lá. Só tenho de melhorar as piores. As más voltas são ainda muito comprometedoras, mas já fiz muitas voltas abaixo do Par, de -5, -4, -3, -2, a parte boa está lá e vê-se que consigo fazer mais e melhor", analisou o jogador da Srixon.
Este ano, foi apenas o segundo cut que passou no Pro Golf Tour, depois do 39.º posto (-2) no Little Venice Red Sea Open, no Egito, em abril, exatamente o título conquistado pelo bicampeão nacional absoluto, Pedro Lencart.
É curioso que já no ano passado o Open da Polónia proporcionou a João Girão o seu primeiro top-20 no Pro Golf Tour. É um torneio talhado para recordes pessoais de jogadores portugueses em fase de progressão.
Voltando a João Pinto Basto, em 2022 passara apenas um cut, com um 47.º lugar (+8) no Dramland Pyramids Classic. Em 2021 também superara um cut, com um 44.º lugar (+3) no New Giza Pyramids Challenge. Nesse ano também foi 7.º classificado na Escola de Qualificação (não é um torneio do circuito regular). Em 2020 estreou-se em torneios regulares do Pro Golf Tour e foi 43.º (+3) no Red Sea Egyptian Classic 2020, o único torneio em que mereceu prémio monetário nessa época.
Portanto, este Open da Polónia, com um ‘prize-money’ de 30 mil euros, marcou a quinta vez que passou o cut em provas do Pro Golf Tour e o ano de 2023 marca a primeira vez que ultrapassa dois cuts numa mesma temporada. A 20.ª posição é a sua melhor classificação de sempre e as 7 pancadas abaixo do Par o seu melhor resultado de sempre neste circuito.
A motivação está a subir em flecha e agora deseja bem mais: "Na segunda metade da época vou continuar a apostar no Pro Golf Tour. Vou jogar agora o Campeonato Nacional Absoluto KIA, porque é em casa, na Quinta do Peru, o que é muito bom e apetece-me bastante, porque tenho uma boa hipótese. Mas depois quero jogar os torneios que faltam do Pro Golf Tour. Caso surja oportunidade e não colida com datas do Pro Golf Tour poderei jogar um ou outro torneio do Challenge Tour, se tiver convite. Agora, o foco principal é o Pro Golf Tour e quero tentar fazer o máximo possível de pontos".
O Open da Polónia foi conquistado pelo francês Thomas Elissalde, com 193 (63+63+67), -17. O jogador de 30 anos não sofreu um único bogey durante todo o torneio e bateu por 1 pancada o amador alemão Jan Schneider (67+67+60).
Thomas Elissalde arrecadou 5 mil euros de prémio e subiu 18 lugares na Ordem de Mérito, para o 7.º lugar, passando a ser uma ameaça ao top-5 de Pedro Lencart.
O próximo torneio do Pro Golf Tour será o The Cuber Open, de 17 a 19 deste mês, no Golfclub der Oeschberghof, em Donaueschingen, na Alemanha, com 30 mil euros em prémios monetários.
Pedro Lencart é o único português inscrito porque coincide com o Campeonato Nacional Absoluto KIA, de 19 a 22 de julho. Tal como Record anunciou em junho, Pedro Lencart optou por não defender o estatuto de bicampeão nacional para tentar segurar o seu top-5 no Pro Golf Tour.
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