O técnico Paulo Freitas não contornou o contexto de dificuldade que o FC Porto teve de superar frente ao Igualada, mas não só garantiu que não ficou surpreendido com o desempenho dos catalães, como considerou que o apuramento dos dragões foi justo.
“Estava à espera de uma equipa com este registo muito forte fisicamente e a defender com linhas baixas, com muitos jogadores amontoados ali dentro da área. Tínhamos que ter a capacidade de os encolher, de os esticar e fazer isso mais do que uma vez para criar os espaços necessários para depois termos possibilidades mais claras de finalizar, mas acho que a vitória não sofre qualquer contestação. Só chegou nos penáltis, mas podia perfeitamente ter acontecido ao longo dos 50 minutos, dos 60 minutos”, comentou o treinador portista, reconhecendo que “o prolongamento foi muito encaixado”: “No geral acho que equipa correspondeu. Foi agressiva, foi dinâmica, foi intensa e produziu o suficiente para marcar mais golos, mas a forma como eles defenderam, e nós sabíamos que poderia acontecer isso, colocou-nos obviamente dificuldades na finalização”.
Já em relação ao reencontro com o OC Barcelos e a perspetiva para a final a disputar amanhã, Paulo Freitas foi perentório a dar corpo ao contexto emocional do jogo, bem como a projetar a continuidade de uma linha de sucesso.
“A gratidão é um valor que transmito aos meus filhos e e eu sou muito grato ao OC Barcelos. Fui muito feliz aqui, mas também sou muito grato ao FC Porto pela oportunidade que me deu. Amanhã isto pode, eventualmente, numa fase inicial, ainda antes do jogo começar, proporcionar um misto de sensações, mas, acima de tudo, quero voltar a ser feliz e isso implica conquistar um título frente a um adversário que também vai ter muitas dificuldades. Acima de tudo aquilo que é o mais importante nesta altura é recuperar bem os jogadores. Voltaremos a analisar o OC Barcelos, porque já tivemos a oportunidade de os defrontar recentemente, mas agora não há muito tempo e é o que eu digo há muito tempo: as finais não são para jogar, as finais são para ganhar”, justificou Paulo Freitas.
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