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O pai não esconde orgulho mas sublinha a importância dos estudos...
Tal pai, tal filho. Neste caso filhos... Paulo Castanheira foi um grande hoquista no seu tempo e passou aos filhos o gosto pelos patins. Atualmente treinador do Infante Sagres, na 2.ª Divisão, o antigo jogador do FCPorto vê com orgulho Tomás jogar no Cambra, Renato trabalhar consigo no Infante e Bernardo alinhar no Valongo. O quarto, Marcelo, também já jogou mas por razões profissionais acabou por ter de pendurar os patins.
“Somos uma família de desportistas. As nossas raízes têm três gerações de campeões nacionais com a camisola do FC Porto. O meu pai, Fernando Castanheira, foi campeão nacional de hóquei em campo; o meu irmão Rui e eu fomos no hóquei patins, os meus filhos jogam hóquei e o meu sobrinho Telmo (ndr: jogador do Freamunde) foi campeão nacional de futebol nas camadas jovens”, conta Paulo Castanheira.
“É gratificante ver os nossos filhos a crescer e escolherem o seu futuro. Mas é preciso terem a noção de que o hóquei não é profissão, devem seguir o ensino. Dar prioridade à razão, trabalho e estudo. Desejo que atinjam o máximo possível nas suas vidas e que desfrutem do hóquei”, acrescenta o pai, junto dos seus quatro rebentos, todos estudantes.
Paulo, de 46 anos, afiança que não os obrigou a pegar nos patins. “Estão todos no hóquei sem forçar. Mas desde pequenos foram habituados a ouvir e falar desta modalidade. Costumo dizer que quem calça uns patins e pega num stick é difícil largar, acabamos por projetar o hóquei para a vida de familiares e amigos.”
Em casa praticamente tudo gira em torno dos patins, até no Natal. “Nunca falta material de hóquei debaixo da árvore. As cartas ao Pai Natal sempre tiveram um pedido relacionado com a modalidade, fossem patins, sicks ou outras peças...”
Se o pai tem orgulho nos filhos, o inverso também é verdadeiro. “A relação com o nosso pai, é muito forte, é a nossa referência. Sabemos escutar, damos ouvidos aos seus conselhos, gosta muito de ensinar. Não esquecemos a ajuda da nossa mãe, muito importante e valiosa”, considera Renato, avançado do Infante Sagres.
“Somos uma família estruturada, há equilíbrio nas nossas vidas e grande sentido de família. Sabemos o que pretendemos, é importante ajuda dos pais neste crescimento”, refere, por sua vez, o benjamim Bernardo, que integra a equipa de juvenis do Valongo.
E realça ainda as prestações de Fernando Pimenta, Pedro Casinha, João Ribeiro e Messias Baptista
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