Hóquei de luto pela morte de Énio Abreu: Rinques perdem colega excecional

Énio Abreu era muito querido na equipa onde jogava, o Clube Desportivo de Paço de Arcos

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O falecimento de Énio Abreu deixa o hóquei em patins e o desporto nacional mais pobre, apenas três dias depois da morte do piloto Paulo Gonçalves. O jovem, de 20 anos, era guarda-redes do Paço de Arcos e viajou com a equipa B para a Madeira em dezembro para a disputa de um jogo, quando se sentiu mal. Seguiu para o Hospital Central da Madeira, onde esteve internado durante um mês em coma induzido com uma combinação de pneumonia e gripe B. O prognóstico foi sempre muito reservado e, segundo Luís Morais, vice-presidente da Assembleia Geral do clube, os médicos nunca esconderam o estado crítico do atleta, sendo que os mais próximos mantinham "uma réstia de esperança".

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