Paulo Freitas: «Entrámos demasiado ansiosos»

Técnico portista assumiu lapsos e também apontou o dedo ao critério da arbitragem após eliminação diante do Benfica na Taça

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Paulo Freitas avalia jogo e critica arbitragem em jogo de hóquei
Paulo Freitas avalia jogo e critica arbitragem em jogo de hóquei • Foto: Victor Sousa/Movephoto

No final da frente ao Benfica nos oitavos de final da Taça de Portugal, o técnico portista Paulo Freitas assumiu o custo da “precipitação na etapa inicial”, lamentou a “falta de eficácia após o descanso” e apontou o dedo ao critério da arbitragem.

“Entramos demasiado ansiosos. Não conseguimos controlar os momentos do jogo e isso reflectiu-se nos golos sofremos na sequência de transições, mas depois foi uma segunda parte completamente diferente. Assumimos o jogo sem medo, fizemos o que conseguimos e o que podíamos. Isto também é ser Porto e nada tenho a apontar aos jogadores na entrega  só que a exibição do Conti e os postes não nos deixaram fazer mais”, justificou o treinador, garantindo que “há, claramente, um lance para azul” ao Roberto di Benedetto na etapa final por falta sobre Hélder Nunes, e defendendo que “o FC Porto merece mais respeito”.

“Não gosto de falar sobre isto, mas este grande clube merece mais respeito da arbitragem. Houve dualidade de critérios porque não foi dado um azul claro a um jogador do Benfica, mas logo depois não houve a mínima dúvida em assinalar um livre direto contra nós numa disputa junto à mesa com a pista escorregadia. Os critérios têm de ser iguais e outra coisa. Os árbitros não podem falar com as pessoas como falam. A forma como o árbitro falou com o Malián no final não tem o direito de o fazer", referiu.

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