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Prova iria substituir a Taça Intercontinental
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A World Skate está a pensar reformular a Taça Intercontinental, a única prova oficial de clubes a nível mundial. Ao que Record apurou, o organismo que rege o hóquei em patins vai reunir na próxima semana em Itália, onde decorrem os World Skate Games, para repensar os moldes da competição.
Em cima da mesa está a criação de um Mundial de Clubes que reúna clubes europeus, sul-americanos, africanos e asiáticos. Mais difícil será a presença de equipas da Oceânia devido à pouca expressão da modalidade neste continente.
A Taça Intercontinental, disputada pela primeira vez em 1983, tem sido jogada ao longo dos anos por equipas da Europa e da América do Sul, praticamente sempre da Argentina, país de maior tradição. Um dos argumentos dos defensores da criação do Mundial de Clubes prende-se com os altos custos das equipas que cruzam o Atlântico para disputar apenas um ou dois jogos.
Com o Mundial de Clubes haveria uma prova mais duradoura e com um calendário mais preenchido. Mais jogos e mais espetáculo. No outro lado da moeda, poderão estar as assimetrias evidentes que existem entre as equipas profissionais das principais potências do hóquei em patins em comparação com outras ligas, sobretudo as asiáticas. No Mundial sub-19, por exemplo, têm sido notícia as goleadas sofridas pela China.
Na última edição, realizada em San Juan, capital do hóquei na Argentina, o Valongo prescindiu de participar por motivos financeiros. A World Skate convidou então Barcelona e Oliveirense, sendo que os catalães aceitaram o convite, vencendo a Taça Intercontinental ao baterem na final o FC Porto.
Já nas edições de 2021 e 2023, as equipas sul-americanas não participaram. Em 2021, os dragões bateram o Sporting numa final a duas mãos, enquanto em 2023 o Trissino venceu o Valongo numa final de jogo único. As constantes mudanças de formato, as datas da realização e a própria realização intermitente são algumas das críticas apontadas a esta competição que pode agora ser rebatizada.
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