O português Armelim Rodrigues acabou esta quinta-feira o primeiro dia da qualificação no fosso olímpico de tiro com armas de caça no sexto lugar, na rota da final, com João Paulo Azevedo em 16.º.
Em Wroclaw, a 273 quilómetros de Cracóvia, Rodrigues só falhou um tiro, em 75, nas primeiras três rondas da manhã, com o sexto melhor registo, empatado com o segundo, num dia em que apenas o italiano Mauro de Filippis conseguiu todos.
O olímpico João Paulo Azevedo, por sua vez, teve um dia menos bom e somou 72, estando para já em 16.º, com a segunda parte da qualificação na sexta-feira.
Na prova feminina, Maria Inês Barros, terceira do ranking mundial, está em 18.º, com 68, para já longe do top 10 da prova, que atribui uma quota para Paris2024 ao vencedor, em masculinos e femininos.
"Fiz duas pranchadas em pleno, a pranchada dos 50 pratos é que me correu um pouco pior. Os resultados estão muito altos e estamos a fazer o nosso melhor. Uma média de 24 por pranchada já é muito alta", declarou à Lusa João Paulo Azevedo.
O atirador olímpico, que destacou o alto nível da concorrência tanto como a boa forma e qualidade dos lusos, que "já são dos grandes", vê a entrada do trio luso na final como improvável, embora Armelim Rodrigues esteja "muito bem lançado", mas para todos conseguirem estar nos melhores oito "eram precisos muitos deslizes" dos adversários, tanto na prova masculina, para si próprio, como na feminina, para Maria Inês Barros.
Um bom resultado a nível pessoal seria melhorar o seu melhor registo, os 119 pratos em Baku2015, suficientes para o 14.º lugar, mas "gostaria de entrar na final", antes das provas mistas e de equipas masculinas, em que Portugal ambiciona, como sempre, às medalhas.
Portugal soma agora 13 pódios em Cracóvia'2023, nomeadamente três ouros, sete pratas e três bronzes.
A terceira edição dos Jogos Europeus decorre até domingo em Cracóvia e na região polaca de Malopolska, com 30 modalidades no programa e 48 países participantes, entre eles Portugal, que tem uma delegação com mais de duas centenas de atletas.
Por LusaProva realiza-se sempre um ano antes dos Jogos Olímpicos
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