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Luciana Diniz disse pretender aproveitar o dia de descanso, na terça-feira, para preparar o ataque ao pódio...
A portuguesa Luciana Diniz promete ir "à luta" na final da prova de saltos de obstáculos dos Jogos Olímpicos Londres’2012, na quarta-feira, para a qual se qualificou esta terça-feira, e levar Portugal ao alto nível do hipismo mundial.
Diniz, no cavalo Lennox, ficou classificada em 26.º, com um total de 12 pontos de penalização acumulados nas três rondas de qualificação, um resultado suficiente para estar no grupo dos 34 que passaram à final, que se disputa em duas rondas.
"Hoje foi muito bom", afirmou no final da prova, a qual abriu pelo segundo dia consecutivo, desvalorizando os quatro pontos de penalização por o cavalo ter pisado a água no salto.
Para a amazona de 41 anos, "foi quase perfeito como ontem [domingo], quando fizemos zero pontos".
Quarta-feira, na final A, os 34 competidores qualificados na terceira ronda lutarão pelos 20 lugares que darão acesso à etapa decisiva (final B), no mesmo dia.
Todos os participantes recomeçarão em igualdade de circunstâncias (zero pontos), com os 20 apurados para a final B a somarem depois as duas pontuações (A+B) para determinar a classificação final.
Luciana Diniz disse pretender aproveitar o dia de descanso, na terça-feira, para preparar o ataque ao pódio.
"Vamos rever tudo e na quarta-feira vamos à luta", prometeu, mantendo-se "positiva" sobre a possibilidade de vencer uma medalha.
Impedida de trazer o seu cavalo favorito, Winningmood, com o qual alcançou os melhores resultados da carreira, mas que está a recuperar de um vírus, a amazona compete com Lennox, da raça alemã "Oldenburg" e de 11 anos, com o qual trabalha há três anos.
Nascida em São Paulo, mas naturalizada portuguesa há seis anos, graças à ascendência do avô transmontano, Luciana Diniz vive na Alemanha, mas nos últimos anos tem levado o hipismo nacional a novos patamares.
Em maio, ganhou o Grande Prémio do Concurso de Saltos de nível 5 de Wiesbaden, na Alemanha, depois de em setembro de 2011, no campeonato da Europa da modalidade, ter terminado no nono lugar e ajudado a equipa nacional a alcançar o 10.º posto.
Atualmente é 46.ª do ranking mundial de saltos da federação equestre internacional, tendo-se estreado nos Jogos Olímpicos em Atenas’2004, em representação do Brasil.
Mas, dois anos depois, não foi escolhida para a equipa brasileira que foi ao Mundial de 2006, em Aix-la-Chapelle, na Alemanha, pelo que decidiu competir por Portugal, experiência que recorda com satisfação.
"Cheguei à final do Mundial com um cavalo de 18 anos, que era o meu favorito naquela época e mostrou que foi a decisão mais certa que eu podia ter feito na minha vida", contou hoje.
Mantendo ambos os países "no coração", assume agora a missão de desenvolver o desporto equestre em Portugal.
Quer, enfatizou, "dar força" a Portugal "para levantar o país e trazê-lo para o nível de top".
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