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Presidente francês sublinha que estão a ser preparados vários cenários
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O Presidente francês, Emmanuel Macron, garantiu esta quinta-feira que o "cenário preferido" continua a ser uma cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos Paris'2024 no rio Sena, apesar da ameaça de ataque.
Emmanuel Macron abordou ainda as polémicas recentes levantadas em torno da cantora franco-maliana Aya Nakamura, garantindo que esta estaria na cerimónia de abertura, caso fosse escolhida pela organização, "perfeitamente no seu lugar".
"O cenário preferido, que estamos a preparar e que queremos, é obviamente aquele que foi planeado com todos os organizadores e cujos detalhes serão revelados oportunamente", declarou Macron, à margem da inauguração do novo centro aquático de Saint-Denis.
O Chefe de Estado francês disse que se deve "assumir a responsabilidade por esta cerimónia de abertura", mesmo tendo consciência que "a França, infelizmente, está sob ameaça terrorista há já vários anos".
"Estamos a preparar vários cenários. Se a ameaça evoluir, se considerarmos que as circunstâncias assim o exigem, temos cenários alternativos", explicou Macron, sem acrescentar detalhes.
O presidente garantiu ainda não ter dúvidas de que a Rússia tem como alvo os Jogos Olímpicos, sobretudo "em termos informativos".
"A força da alma, a autoconfiança, a relação com a verdade são a força das democracias e das grandes nações", acrescentou.
Questionado sobre a possibilidade de participação da cantora francófona Aya Nakamura nas festividades em torno dos Jogos Olímpicos, Macron remeteu a decisão ao diretor artístico dos programas de abertura e encerramento, Thomas Jolly.
"Ela diz muito a muitos dos nossos compatriotas e penso que tem o seu lugar numa cerimónia de abertura ou encerramento dos Jogos. Não vou revelar aqui os detalhes, mas se ela fizer parte desta cerimónia com outros artistas, acho que é bom", disse.
A possibilidade da cantora participar nas festividades em torno dos Jogos Olímpicos Paris'2024 despertou a indignação da direita e da extrema-direita, que veem essa possibilidade como uma forma de "dividir" e "humilhar" os franceses e criticam a linguagem que ela utiliza nas suas canções.
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