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Espinho será, entre hoje e domingo, a capital do voleibol português para onde todos os caminhos dos adeptos convergem. É um ambiente de entusiasmo que jogadores e equipa técnica esperam encontrar nos três jogos que podem mudar as suas vidas.
A presença nos Jogos Olímpicos é o sonho de uma geração que catapultou o voleibol português além-fronteiras, chegando a patamares nunca antes conseguidos.
Há quatro anos, por ocasião do apuramento para Atenas, em Matosinhos, Portugal esteve muito perto de ir aos Jogos Olímpicos, perdendo com a Polónia por 2-3 no encontro decisivo. Agora volta a encontrar os polacos, uma equipa temível (5.ª do ranking mundial), mas que surge em Espinho depois de ter falhado o apuramento directo em relação ao Europeu. Portugueses e polacos defrontam-se no último dia, naquele que poderá ser o encontro de todas as decisões.
Mas as duas selecções europeias não podem desvalorizar um opositor como Porto Rico. A equipa do continente americano (8.ª) pode ser a grande surpresa; já a Indonésia não deverá sequer fazer aquecer os adversários, ainda que tenha o mesmo ranking mundial da equipa portuguesa (39.ª).
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