Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Italiana tinha fraturado uma perna há menos de um ano
Seguir Autor:
A italiana Federica Brignone tornou-se hoje a mais velha campeã de esqui alpino em Jogos Olímpicos de Inverno, depois de vencer o Super G de Milão-Cortina2026, 10 meses depois de ter sofrido uma grave fratura numa perna.
Na última prova de velocidade do esqui alpino, Brignone demorou 1.23,41 minutos para fazer a descida na pista de esqui do Stelvio, menos 0,41 segundos do que a francesa Romane Miradoli e 0,52 do que a austríaca Cornelia Huetter, segunda e terceira, respetivamente.
Aos 35 anos, Brignone tornou-se a mais velha campeã olímpica em provas de esqui alpino, somando a sua quarta medalha em Jogos, depois da prata (Pequim2022) e do bronze (PyeongChang2018) no slalom gigante e do bronze (Pequim2022) no combinado.
A correr em casa, Brignone, que foi porta-estandarte de Itália na cerimónia de abertura, conquistou a sua primeira medalha de ouro cerca de 10 meses depois de ter sofrido uma dupla fratura da tíbia e do perónio da perna esquerda.
Foram realizados testes a 1.848 atletas
A presença de atletas russos e bielorrussos tem gerado vários incidentes em Milão-Cortina
"Tenho 97 dias de neve, com a prancha debaixo dos pés, sei que é muito pouco tempo", afirma
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Em causa uma alegada dívida na transferência de Lázaro para Espanha