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Em causa a suspeita de que haja quem as faça para ter benefícios desportivos
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O mundo do desporto é cada vez mais decidido nas 'fine margins', nos pequenos detalhes, nos milésimos de segundo e, também, nos milímetros (ou centímetros) no caso deste artigo... O tema já foi falado na imprensa internacional no mês passado e hoje acabou por ser abordado numa das conferências de imprensa de lançamento dos Jogos Olímpicos de Inverno, na qual estiveram presentes dirigentes dos organismos internacionais, nomeadamente o presidente da entidade antidoping mundial, a WADA.
Em causa está a notícia do 'Bild', na qual se falava de praticantes de saltos de esqui que vinham injetando no pénis ácido hialurónico antes de serem medidos para fazer os seus fatos, o que poderia aumentar entre um e dois centímetros a circunferência dos seus órgãos sexuais. Uma diferença irrisória à vista desarmada, mas que no aspeto desportivo teria um efeito brutal, já que a maior superfície dos fatos significaria, na teoria, a capacidade para prolongar o tempo de voo durante os saltos. "Todos os centímetros nos fatos contam. Se o teu fato tiver mais 5% de superfície, podes voar mais longe", referiu Sandro Pertile, o diretor de prova do esqui alpino da Federação Internacional, citado pela BBC.
Questionado sobre o tema, o diretor-geral da WADA deixou claro nada saber sobre o tema. "Não estou a par desses detalhes nos saltos de esqui, nem como podem melhorar a performance. Mas se algo surgir, vamos olhar com atenção e ver se pode ser encarado como doping. Não analisamos outros tipos de ganhos desportivos", disse Olivier Niggli. Ali ao lado, o presidente do mesmo organismo puxou da sua origem polaca até para brincar com a situação. "Os saltos de esqui são muito populares na Polónia, por isso prometo que vou dar uma olhada nisso", atirou Witold Banka.
Os saltos de esqui dos Jogos de inverno arrancam na segunda-feira e, até ver, sem casos conhecidos de injeções penianas.
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