O Comité Paralímpico da Ucrânia assumiu esta 4.ª feira estar a ser vítima de "pressões sistemáticas" por parte do Comité Paralímpico Internacional (IPC) e do comité organizador dos Jogos Milão-Cortina2026, que decorrem até domingo.
Em comunicado, a delegação ucraniana na competição, na qual os atletas russos e bielorrussos foram autorizados a participar com os respetivos símbolos nacionais, alude a pressões "sem precedentes" desde o início do evento, de forma "sistemática" e "vergonhosa" sobre membros da sua equipa.
"Nunca antes a nossa equipa vivenciou demonstrações tão negativas e até mesmo obstáculos", declarou o comité ucraniano.
Entre os comportamentos que condena, a Ucrânia alude à retirada da bandeira do país Aldeia Paralímpica, por um membro do comité organizador sem qualquer justificação, e explica que, após uma reclamação, a bandeira foi autorizada a ser recolocada "num local menos visível".
A Ucrânia denuncia ainda que atletas e treinadores foram impedidos de se reunirem à noite para planearem o dia seguinte, e fazem menção a um incidente com a biatleta Oleksandra Kononova, que já conquistou duas medalhas, a quem um membro do IPC "tentou remover violentamente pequenos brincos com a bandeira ucraniana e a inscrição 'Parem a Guerra'".
Seis atletas da Rússia e quatro da Bielorrússia aos quais foram atribuídas vagas IPC participam nos Jogos Paralímpicos que começaram na sexta-feira passada, sob os símbolos dos respetivos países, que estavam impedidos de exibir desde a invasão à Ucrânia, em fevereiro de 2022.
A Ucrânia não escondeu a indignação após a decisão do IPC, em 17 de fevereiro, e anunciou desde logo a intenção de boicotar a cerimónia de abertura, realizada na sexta-feira e na qual as comitivas da Rússia e da Bielorrússia foram vaiadas, tendo sido acompanhada no protesto por República Checa, Estónia, Finlândia, Letónia, Polónia e Lituânia.
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