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Dois elementos da comitiva canadiana suspensos na sequência do caso de espionagem com drone

Joseph Lombardi e Jasmine Mander tentaram ter acesso ao treino da Nova Zelândia e foram apanhados

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• Foto: Pedro Ferreira

O comité olímpico do Canadá (COC) anunciou esta quarta-feira, em comunicado, que decidiu suspender e mandar para casa dois elementos que faziam parte da comitiva e que terão estado diretamente envolvidos no episódio do drone que foi apanhado a espiar o treino da equipa da Nova Zelândia, poucos dias antes do duelo entre as duas seleções nos Jogos Olímpicos de Paris.

"Joseph Lombardi, um analista sem acreditação que estava com a comitiva do Canadá, será removido da equipa olímpica e enviado para casa com efeito imediato. Jasmine Mander, uma treinadora adjunta que recebia os relatórios do Sr. Lombardi, será também removida da equipa olímpica e enviada para casa com efeito imediato. Além disso, o COC aceitou a decisão da treinadora Bev Priestman de se retirar do jogo contra a Nova Zelândia, marcado para o dia 25 de julho", pode ler-se no comunicado em questão, que esclarece ainda que o staff do Canadá terá de realizar um "curso obrigatório de ética no treino".

Bev Priestman, a selecionadora canadiana, pediu desculpas pelo incidente, garantindo que a utilização do drone "não representa os valores defendidos" pelos responsáveis da equipa e da federação: "Sou responsável pela conduta no nosso programa. Para mostrar o nosso compromisso com a integridade, decidi, voluntariamente, retirar-me do jogo de quinta-feira. Faço-o pensando no interesse das duas equipas e para assegurar que toda a gente sente que o desportivismo se mantém".

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