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Imagine que a meio da final dos 200 m mariposa, Michael Phelps vai ao fundo. Aí José Renato dos Santos salta para a água, resgata o atleta com mais medalhas em Jogos Olímpicos e torna-se um herói. Um cenário que pode parecer ridículo (sobretudo a parte de Phelps ir ao fundo...) mas a presença de José Renato Santos na piscina é bem real. Ele é um dos nadadores-salvadores que vão estar por estes dias na piscina principal, na de aquecimento e noutra existente na aldeia olímpica.
No Rio de Janeiro uma lei de 2001 obriga a que todas as piscinas com mais de 6 m2 tenham de ter um nadador-salvador. Mesmo aquelas onde estão os melhores atletas do Mundo. "Acho que ninguém aqui vai precisar de mim", reconheceu José Renato Santos, de 33 anos, à Globo. Fã de Phelps, não vê a hora de conhecer o ídolo. "Sou fã do cara, e se não houver problema, quero tirar uma ‘fotinha’ com ele". Seja como for, vai assistir a toda a competição na primeira linha... "Nem acredito, há gente que paga uma fortuna para estar aqui e eu vou ver tudo de perto. Sinto-me abençoado."