Maria Martins é a única portuguesa presente nesta derradeira jornada repleta de decisões
Thomas Bach, presidente do Comité Olímpico Internacional, e Seiko Hashimoto, presidente do Comité Organizador dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 já discursaram, destacando o "esforço dos atletas" numa "situação inimaginável", e frisando que este Jogos, foram os da "paz e fé no futuro".
Summer 2024, mark it in your diary.@Paris2024 has a proposal for you... https://t.co/OcFPNrHEnz
Tokyo 2020 Paris 2024
The @Tokyo2020 Olympic Games may be coming to an end, but the spirit of the Olympics is carried on by @Paris2024.
#StrongerTogether | #ClosingCeremony pic.twitter.com/QcE9bMDJY4
Entram agora em palco oito dos 52 mil voluntários que tiveram participação nos Jogos Olímpicos, incluindo o mais velho de todos eles: 91 anos.
Without the volunteers, none of this would have been possible.
Thank you so much for your work in bringing the Olympic spirit to life once more - these Olympic Games could not have happened without you.#StrongerTogether | #Tokyo2020 | #ClosingCeremony pic.twitter.com/zM0Aoq7SJk
For the first time in history, a men's and women's victory ceremony happens together at a Summer Olympic Games.
The medallists of the marathon are presented with their medals! Congratulations to all! #StrongerTogether #Athletics #Tokyo2020 #OlympicGames pic.twitter.com/lfoyl1rv5x
Even if we cannot be together, we can still share a moment that we will never forget.??
Videos from fans all over the world are projected into the Olympic Stadium at the #ClosingCeremony
You can submit yours NOW! https://t.co/TQ9qFlXBh1#StrongerTogether #Tokyo2020 pic.twitter.com/lPj3PCDRhx
Enquanto vários jovens de diversas escolas secundárias de Tóquio vão fazendo coreografias em palco, em várias danças que destacam a igualdade no Movimento Olímpico, ouve-se o Hino da Alegria.
The Olympic spirit is in all of us.
A display of beautiful, luminous colours swirl together, representing the many flags of the world.
They form the Olympic Rings, a timeless symbol of unity. #StrongerTogether #Tokyo2020 #ClosingCeremony pic.twitter.com/38dv0e0w98
A comitiva japonesa, país anfitrião dos Jogos Olímpicos, vai agora entrando em palco, enquanto os outros atletas se juntam para tirar fotografias de forma a que, mais tarde, possam recordar a participação em Tóquio'2020.
No meio de uma maratona olímpica disputada em condições extremas de calor e humidade, mesmo com arranque às 7 da manhã, um gesto do francês Morhad Amdouni está a dar que falar... e não propriamente pelas melhores razões. Tudo pelo facto do atleta gaulês, à passagem de um dos pontos de abastecimento, aos 28 quilómetros, ter 'varrido' praticamente todos os copos de água, atirando-os ao chão. Nas redes sociais a atitude de Amdouni não foi poupada, com muitas críticas a esta atitude que muitos consideram ser muito pouco desportiva
Entregue a última medalha, hora de um último olhar ao medalheiro, que confirma os Estados Unidos, uma vez mais, como a nação mais ganhadora dos Jogos Olímpicos.
Os norte-americanos fecham com 113 conquistas, 39 delas de ouro, à frente da China, que terminou com 88 'metais', 38 deles de ouro. No terceiro posto ficou o Japão, que a atuar em casa somou 58 medalhas, 27 delas de ouro.
No último evento do programa desportivo de Tóquio'2020, a Sérvia conquistou o ouro no polo aquático, ao levar de vencida a congénere da Grécia por 13-10. A turma balcânica consegue revalidar o título de 2016 e alcança o quarto pódio seguido, depois dos terceiros postos em Pequim e Londres.
Com uma vitória por 30-25 sobre as russas, a França alcançou o título feminino de andebol, juntando ao que já tinha conseguido no masculino. Esta foi a primeira vez que as francesas atingiram o topo olímpico, depois de há cinco anos terem sido vicecampeãs.
O presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP) disse este domingo que o país "só tem de estar grato por um atleta de tão elevado talento ter escolhido Portugal para viver", sobre o campeão olímpico do triplo salto Pedro Pichardo.
Leia as declarações completas.
Chegou ao fim a participação portuguesa em Tóquio'2020, com o último dia a ficar apenas 'reservado' a uma estreante Maria Martins que deu boa conta de si perante as grandes figuras da pista. Aos 22 anos, a ciclista portuguesa mostrou por que é uma das maiores promessas da modalidade, acabando a prova de omnium, a sua especialidade, num honroso sétimo posto, dando desta forma a Portugal mais um diploma olímpico - o 15.º, incluindo nesta contabilização as posições de pódio.
Numa prova dividida em quatro corridas distintas, a jovem ciclista nacional começou com um sexto posto no 'scratch' (30 voltas à pista), foi oitava na 'Tempo Race' (30 voltas à pista, com 26 sprints intermédios que concediam pontos), antes de assinar na Eliminação a sua melhor performance no evento, com um quinto posto. Depois, na corrida por pontos (80 voltas à pista com 8 sprints intermédios), onde entrava na sexta posição, esteve até na luta pelas medalhas, mas acabaria por cair na tabela para o sétimo posto final, superada no último sprint pela campeoníssima Laura Kenny, que apenas foi sexta no final da prova.
O derradeiro dia no boxe foi de quatro decisões, duas no feminino e duas no masculino, sempre com os ouros a irem para destinos diferentes.
Na primeira final do dia, a Irlanda foi quem levou o metal mais desejado com Kellie Harrington a vencer no peso leve feminino (57 a 60kg) após superar numa decisão unânime a brasileira Beatriz Ferreira.
Depois, no peso leve masculino, o título foi para o continente americano, no caso para Cuba, com Andy Cruz a superar o norte-americano Keyshawn Davis numa decisão dividida por 4-1.
Já no médio feminino feminino (69 a 75 kg), o ouro veio para a Europa, com a britânica Lauren Price, uma antiga futebolista, a levar a melhor sobre a chinesa Qian Li.
Por fim, no último combate da jornada (e dos Jogos), o título de peso pesado (+91kg) foi para o Usbequistão, com Bakhodir Jalolov a levar a melhor nos pontos diante do norte-americano Richard Torres Jr.
Neste momento falta atribuir somente três medalhas e o primeiro lugar final no medalheiro não escapa aos Estados Unidos. Os norte-americanos têm até ao momento 112 medalhas no total, com 39 ouros, 40 pratas e 33 bronzes. A China surge logo atrás, com 88 medalhas no total, 38 delas de ouro (mais 32 pratas e 18 bronzes).
Acompanhe as contas em tempo real.
A Bulgária e a israelita Linoy Ashram quebraram este domingo a hegemonia da Rússia na ginástica rítmica, que durava há mais de duas décadas, vencendo os títulos olímpicos da modalidade em Tóquio'2020.
Na prova individual, Ashram, de 22 anos, venceu o concurso individual completo, tornando-se a primeira campeã olímpica não russa desde a ucraniana Ekaterina Serebrianskaya, que conseguiu o ouro em Atltanta'1996, à frente da russa Dina Averina e da bielorrussa Alina Harnasko.
No concurso geral por equipas, a Bulgária repetiu o 'feito' de Ashram, conquistando um título que pertencia à Rússia desde Sydney'2000. A Itália ficou com a medalha de bronze.
Os Estados Unidos conquistaram pela primeira vez o torneio olímpico feminino de voleibol, ao baterem na final o Brasil, equipa que já tinha impedido dois ouros às norte-americanas.
Na Ariake Arena, os Estados Unidos venceram por 3-0, com os parciais de 25-21, 25-20 e 25-14, naquela que foi uma reedição das finais dos torneios olímpicos de Pequim'2008 e Londres'2012, mas desta vez com um desfecho diferente, favorável às norte-americanas.
Os Estados Unidos, que nas anteriores três edições dos Jogos tinham conquistado duas pratas e um bronze, conseguem assim a sua primeira medalha de ouro olímpica em voleibol feminino, enquanto o Brasil fica com a prata e a Sérvia com o bronze.
Os objetivos do Comité Olímpico de Portugal (COP) para Tóquio'2020 foram "plenamente atingidos", congratulou-se este domingo o presidente do organismo, José Manuel Constantino, ambicionando que esse "êxito" ajude ao desenvolvimento do desporto nacional.
"Os objetivos desportivos foram plenamente atingidos e, em algumas circunstâncias, até ultrapassados. É um facto que os resultados alcançados são os melhores de uma representação nacional", elogiou o dirigente, no balanço ao desempenho dos 92 atletas da Missão de Portugal aos Jogos Olímpicos.
Vencedor de uma das quatro medalhas que Portugal conseguiu em Tóquio, a única de ouro, o triplista será o porta-estandarte nacional na cerimónia que se inicia pelo meio dia (hora de Lisboa).
Com uma vitória por 36-19 sobre a Suécia, a Noruega conquistou a medalha de bronze no torneio de andebol feminino. A seleção norueguesa, que ao intervalo já vencia por 12 pontos de diferença (19-7), dominou de forma incontestada o encontro, voltando a subir ao pódio olímpico no andebol feminino, ao repetir o terceiro lugar que alcançou no Rio'2016.
Ainda este domingo, o Comité Olímpico da Rússia, vencedor de três títulos olímpicos (Montreal'1976, Moscovo'1980 e Rio'2016), e a França vão lutar pela conquista da medalha de ouro, numa reedição da final de há cinco anos, que a Rússia venceu por 22-19.
Segue tudo na mesma no basquetebol feminino. Os Estados Unidos conquistaram há pouco o sétimo ouro consecutivo, ao derrotarem na final o Japão por 90-75, numa partida que bem cedo pareceu estar decidida. Brittney Griner, com 30 pontos, foi a melhor marcadora da partida, ao passo que Breanna Stewart se evidenciou com um duplo-duplo - 14 pontos e 14 ressaltos.
A portuguesa Maria Martins encerrou com chave de ouro a participação portuguesa em Tóquio'2020 com um diploma olímpico, ao concluir a prova de omnium na sétima posição, a apenas 2 pontos da quinta. A portuguesa, de 22 anos, consegue assim uma estreia auspiciosa, isto depois de uma prova de uma regularidade incrível.
Numa prova dividida em quatro corridas distintas, a jovem ciclista nacional começou com um sexto posto no 'scratch' (30 voltas à pista), depois foi oitava na 'Tempo Race' (30 voltas à pista, com 26 sprints intermédios que concediam pontos), antes de assinar na Eliminação a sua melhor performance no evento, com um quinto posto. Depois, na corrida por pontos (80 voltas à pista com 8 sprints intermédios), onde entrava na sexta posição, a portuguesa esteve até na luta pelas medalhas, mas acabaria por cair na tabela para o sétimo posto final, superada no último sprint pela campeoníssima Laura Kenny, que apenas foi sexta no final da prova.
Contas feitas, Jennifer Valente leva o ouro, com 124 pontos, à frente da japonesa Yumi Kajihara (110) e da holandesa Kirsten Wild (108). A quarta foi Amalie Dideriksen (103), logo seguida por Anita Stenberg (97), Laura Kenny (96) e Maria Martins (95). Na prática, a portuguesa fica a 13 pontos do pódio e a apenas 2 de um top-5.
Aos 33 anos, Jason Kenny tornou-se no primeiro britânico a conquistar sete ouros olímpicos, ao ganhar a penúltima prova do ciclismo de pista de Tóquio'2020: o keirin. Na decisão, Kenny relegou o malaio Azizulhasni Awang (a 0,763 segundos) e o holandês Harrie Lavreysen (a 0,773), para a prata e bronze, respetivamente. Kenny, refira-se, começou a sua saga ganhadora em Pequim'2008, tendo vencido também em 2012 e 2016.
Maria Martins está na luta pelo diploma olímpico ou até pelas medalhas. Vamos ver como tudo corre...
A portuguesa Maria Martins sobe ao sexto posto, com 88 pontos, menos 6 do que a terceira coloca Anita Stenberg e mais 16 do que a nona Laura Kenny. Falta apenas uma prova, a decisiva, onde tudo pode mudar.
São 80 voltas, com 8 sprints intermédios, nos quais são atribuídos pontos. A corrida arranca pelas 4h25. Podemos respirar um pouco e já voltamos para a decisão. Podemos mesmo ter uma surpresa nesta madrugada!
Acaba agora a Tempo Race. Maria Martins marca 20 pontos por ter dobrado um grupo de corredoras. A portuguesa foi a única das da frente que não venceu um sprint, numa luta na qual Laura Kenny já começou a mostrar a sua valia, com sete sprints ganhos, mas mesmo assim está bem colocada ao final desta segunda prova.
Maria Martins está agora no oitavo posto da classificação, com 56 pontos, os mesmos que a quinta colocada.
Trata-se de uma corrida de 7,5 quilómetros (30 voltas), onde é atribuído 1 ponto à atleta que passar na frente de cada volta a partir da quinta.
Na pontuação entra ainda em jogo a possibilidade de dobragem: quem conseguir dobrar ganha 25 pontos, ao passo que as ciclistas dobraram têm 20 pontos deduzidos.
Dentro de meia hora arranca a Tempo Race. Trata-se de uma corrida de 7,5 quilómetros (30 voltas), onde é atribuído 1 ponto à atleta que passar na frente de cada volta a partir da quinta.
Na pontuação entra ainda em jogo a possibilidade de dobragem: quem conseguir dobrar ganha 25 pontos, ao passo que as ciclistas dobraram têm 20 pontos deduzidos.
A portuguesa consegue escapar às quedas das últimas voltas e fecha na sexta posição a prova de scratch. Boa estreia da jovem lusa, numa corrida vencida por Jennifer Valente e que viu a grande favorita Laura Kenny ficar envolvida numa queda feia. A britânica já tem duas medalhas nestes Jogos e procura a terceira, sendo que nesta especialidade de omnium é a bicampeã em título...
Neste último dia de Jogos Olímpicos a única portuguesa em ação será Maria Martins, no ciclismo de pista. A jovem de 22 anos entra em ação dentro de 20 minutos no Velódromo de Izu.
Neste momento temos em andamento a luta pelo bronze no voleibol (Coreia do Sul-Sérvia) e pelo sétimo posto no pólo aquático (Montenegro-Itália).
Incrível o número de desistências nesta maratona masculina: 30! Foi o dobro do que se registou na véspera na prova feminina, o que mostra bem as condições extremas que os atletas encontraram em Sapporo. Entre os desistentes estiveram alguns 'desconhecidos', mas também vários nomes importantes, como a totalidade da equipa etíope (Lelisa Desisa, Sisay Lemma e Shura Kitata), o queniano Amos Kipruto, o suíço Tadesse Abraham, o ugandês Stephen Kiprotich, tal como os brasileiros Daniel do Nascimento e Daniel Chaves. Entre os canarinhos, refira-se, o único a acabar foi o veterano Paulo Paula, atleta que vive em Portugal, no 69.º posto, com 2:26:08, a 17:30 de Kipchoge.
Cumprida a maratona, que entregou as primeiras medalhas do dia, olhemos ao que aí vem neste último dia, com mais 13 decisões.
3h00 - Ginástica ritmíca (all around)
3h30 - Basquetebol (torneio feminino)
4h00 - Ciclismo de pista (keirin masculino)
4h05 - Ciclismo de pista (sprint feminino)
4h25 - Ciclismo de pista (omnium feminino)
5h30 - Voleibol (torneio feminino: Brasil-Estados Unidos)
6h00 - Boxe (peso leve feminino, 57 a 60kg)
6h15 - Boxe (peso leve masculino, 57 a 63kg)
6h45 - Boxe (peso médio feminino, 69 a 75 kg)
7h15 - Boxe (peso pesado, +91kg)
7h00 - Andebol (torneio feminino: ROC-França)
8h30 - Polo aquático (torneio masculino: Grécia-Sérvia)
Abdi Nageeye e Bashir Abdi fecham o pódio! Numa incrível batalha ao sprint, com o holandês a aliar-se ao belga, Lawrence Cherono cede e fica no 4.º posto, a 1.24 do seu compatriota Kipchoge. Aya Lamdassem é quinto, 1.38 da frente.
A título de curiosidade, apenas seis atletas conseguiram acabar a maratona dentro do tempo de qualificação que tinha sido exigido para estar nos Jogos Olímpicos. O que por um lado confirma as condições extremas que se viveram no Japão, mas também mostra que a exigência dessa marca (2:11:30) era claramente elevada.
Os tempos do top-10
1. Eliud Kipchoge, 2:08:38
2. Abdi Nageeye, 2:09:58
3. Bashir Abdi, 2:10:00
4. Lawrence Cherono, 2:10:02
5. Ayad Lamdassem, 2:10:16
6. Suguru Osako, 2:10:41
7. Alphonce Felix Simbu, 2:11:35
8. Galen Rupp, 2:11:41
9. Othmane El Goumri, 2:11:58
10. Koen Naert, 2:12:13
O Rei está vivo. O Rei está de volta. Depois da desilusão da Maratona de Londres, onde se viu pela primeira vez uma quebra numa maratona - acabou em oitavo -, Eliud Kipchoge mostrou que ainda está aí para as curvas e conquistou esta madrugada, de forma absolutamente demolidora, a maratona olímpica de Tóquio'2020, com um tempo final de 2:08:38.
Kipchoge, que já tinha um lugar na história como um dos melhores de sempre, reforça ainda mais a sua lenda, ao tornar-se no terceiro de sempre a vencer dois ouros na distância rainha nos Jogos, depois de Abebe Bikila e Waldemar Cierpinski.
Liderança cada vez maior de Kipchoge, já com 1:17 para os perseguidores. O queniano fez esta última légua em 14:56. Mais lenta do que a anterior, mas agora importa é gerir.
Com o ouro resolvido, a luta pela prata e bronze é a única que está em aberta, com Cherono, Lamdassem, Nageeye e Abdi na luta por dois lugares. Suguru Osako ainda tentou aproximar-se deste quarteto, mas já cedeu e terá de se contentar com um sexto posto.
14:28 para Kipchoge nesta légua, passando aos 35 quilómetros em 1:46:59! Não admira que tenha deixado todos para trás... O queniano passa com 27 segundos de avanço para os perseguidores, que agora são apenas três, com Nageeye logo atrás.
Eliud Kipchoge cada vez mais destacado, numa altura em que Amos Kipruto fica para trás. Entretanto a perseguição é agora feita pelo belga de origem somali Bashir Abdi, a cerca de 15 segundos. São neste momento quatro os perseguidores, de onde deverá sair a luta pela prata e o bronze - isto entregando já o ouro a Kipchoge.
O queniano está com ideias e dá um primeiro esticão para ver quem resiste. São neste momento menos de dez os maratonistas que ficam ao ritmo de Kipchoge.
Incrível esta corrida de eliminação que vai sendo feita nesta maratona. O calor começa a fazer-se notar e até Lesisa Desisa fica para trás. Que dia para esquecer para a Etiópia!
Não deixa de ser curioso ver que quem estaria, em teoria, mais habituado a estas condições esteja a passar pior. É que na frente temos agora atletas de países comos Estados Unidos, Bélgica, França ou Colômbia. Provavelmente não aguentarão muito mais o ritmo, mas o certo é que resistiram bem mais do que os etíopes que seriam favoritos..
São agora 29 os elementos do grupo da frente, que passa aos 25 quilómetros em 1:17:24. O ritmo à légua segue acima dos 15:30 - a última foi feita em 15:37.
Entretanto, pouco depois dos 25 quilómetros o brasileiro Daniel do Nascimento surge no solo, depois de se ter desequilibrado. A cena foi algo estranha, pois o brasileiro levantou-se e seguiu.
Não está fácil para a Etiópia, que perde Sisay Lemma, o segundo elemento. A esta hora Kenenisa Bekele deve estar a casa a 'rir-se'... O lendário maratonista etíope ficou de fora por não ter ido aos trails de escolha dos apurados olímpicos e agora vê a sua seleção a ficar com apenas Lelisa Desisa na frente...
À meia maratona temos uma passagem em 1:05:13, o que aponta para uma projeção de tempo final algo acima das 2:10. Ainda assim, é bem provável que a segunda metade seja mais rápida, mesmo com o aumentar da temperatura. Nota para o facto de agora serem apenas 31 os homens do grupo da ponta.
Cresce a lista de abandonos: são já sete! Alemu Bekele (Bahrain), Stephen Kiprotich (Uganda), Lemawork Ketema (Áustria), Gabriel Geay (Tanzânia), Oleksandr Sitkovskiy (Ucrânia) juntam-se a Kikata e Rayner.
Restam uns 40 atletas no grupo da frente, mas a pouco e pouco vários vão começando a perder o contacto. Entretanto temos já dois desistentes: Shura Kitata, da Etiópia, e Jack Rayner, da Austrália.
Passámos aos 15 quilómetros em 46:03. A última légua foi feita em 15:10 minutos.
Os parciais até ao momento foram:
0 a 5k: 15:17
5k aos 10k: 15:36
10k aos 15k: 15:10
Passagem aos 5 quilómetros em 15:17 minutos, com um grupo da frente com os favoritos à cabeça e com praticamente quatro dezenas de atletas. Alguns vão ficando para trás, mas o grupo segue bem alongado nesta fase.
O primeiro ato neste derradeiro dia será logo a prova rainha do evento, a maratona masculina. Depois da incrível batalha da véspera, com bis queniano e uma surpreendente Molly Seidel no terceiro posto, hoje é a vez dos homens se desafiarem nas exigentes condições de Sapporo, numa prova na qual o atual campeão Eliud Kipchoge é o grande favorito e onde não entra nenhum português.
Boa noite! Parece que foi ontem que começou... mas hoje é mesmo a última jornada dos Jogos Olímpicos Tóquio'2020. Foram dias e dias repletos de emoções, com lágrimas de alegria e tristeza, e muitas histórias para contar. Mas ainda não acabou! Este domingo ainda há muito para decidir e aqui no Record estaremos para trazer todas as informações ao minuto, tal como sucedeu nos últimos longos 15 dias. Fique por aí!
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