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Judoca lamentou não ter chegado às medalhas em Tóquio e não garante presença em Paris'2024
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Telma Monteiro chegou esta noite a Lisboa após a participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A judoca, que foi eliminada na segunda ronda da categoria -57kg, admitiu estar triste pelo desfecho na capital nipónica, onde não conseguiu repetir o feito alcançado no Rio de Janeiro em 2016 - medalha de bronze.
"Tenho muitas coisas boas para recordar deste caminho até aos Jogos, mesmo a experiência com a equipa olimpica e a equipa de judo. Ainda estou digerir aquele que não foi o resultado que eu queria. Racionalmente sei que tenho de estar orgulhosa, sabia que não era a única favorita à medalha e outras também ficaram fora. Aquilo que me deixa triste é o que me fez chegar até aqui, ser insatisfeita por natureza. Já me fez ganhar muito e agora faz-me estar triste. Tenho de levantar a cabeça", começou por referir, aos jornalistas, a atleta de 35 anos.
"Não me sinto desiludida, sinto-me triste. Fiz tudo o que estava ao meu alcance durante todo o ciclo, não só durante o combate. Óbvio que ter a família e as pessoas que acreditam em mim é motivação apara querer ganhar mais. Eu sou simples, quero fazer uma vida simples e a recompensa é saber que eles estão felizes. Mas não trazer aquilo que eles queriam e vê-los emociona-me", acrescentou.
Relativamente à eventual presença em Paris'2024, Telma Monteiro diz que precisa de "refletir". "Queria estar focada em Tóquio. Sou campeã da Europa em título e estou entre as 10 melhores do Mundo. Se não continuar não é por não estar em forma, são outras circunstâncias", explicou, antes de comentar a medalha conquistada por Jorge Fonseca. "O judo está de parabéns. Estamos muito felizes e não nos surpreende. Sabíamos que podíamos ter medalhas e o Jorge era um dos favoritos. Todos tinham capacidade. Infelizmente o judo é injusto e não dá segundas oportunidades. Há campeões do Mundo e da Europa que ficaram de fora. A qualidade é muita e as medalhas não chegam para todos", considerou.
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