O presidente da Federação Portuguesa de Judo (FPJ), Jorge Fernandes, foi ontem ouvido pela Judiciária, tendo esclarecido que a entidade que dirige não é visada nas investigações policiais. Em comunicado, a FPJ revelou que "a Polícia Judiciária solicitou à FPJ documentação julgada pertinente para a investigação que tem em curso e que está em segredo de justiça".
Os inspetores estão a investigar Francisco Silva, funcionário do IPDJ ligado à formação de técnicos, que colaborou com a anterior direção da FPJ, presidida por Manuel Costa Oliveira, tendo realizado um manual técnico relacionado com a carreira do atleta a longo prazo. Pela realização desse trabalho, no qual colaboraram os olímpicos Nuno Delgado e João Neto, Rui Vieira, Bruno Rosa ou José Mário Cachada, Francisco Silva terá cobrado 6.400 euros, quantia já liquidada por Jorge Fernandes, que assumiu funções no início de 2017.
O anterior presidente da FPJ, Manuel Costa Oliveira, disse que não sabe nada do assunto: "Deixem a justiça trabalhar."
Já Vítor Pataco, presidente do IPDJ, disse ser apanhado de surpresa pela notícia que envolve um dos seus colaboradores: "Francisco Silva é um dos nossos funcionários mais qualificados na área técnica e no qual depositamos bastante confiança."
Record tentou falar com Francisco Silva por intermédio de Vítor Pataco, mas sem sucesso.
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