Ruído nos tatamis

Francisco Silva, funcionário do IPDJ, está a ser investigado pela Polícia Judiciária

• Foto: Pedro Simões

O presidente da Federação Portuguesa de Judo (FPJ), Jorge Fernandes, foi ontem ouvido pela Judiciária, tendo esclarecido que a entidade que dirige não é visada nas investigações policiais. Em comunicado, a FPJ revelou que "a Polícia Judiciária solicitou à FPJ documentação julgada pertinente para a investigação que tem em curso e que está em segredo de justiça".

Os inspetores estão a investigar Francisco Silva, funcionário do IPDJ ligado à formação de técnicos, que colaborou com a anterior direção da FPJ, presidida por Manuel Costa Oliveira, tendo realizado um manual técnico relacionado com a carreira do atleta a longo prazo. Pela realização desse trabalho, no qual colaboraram os olímpicos Nuno Delgado e João Neto, Rui Vieira, Bruno Rosa ou José Mário Cachada, Francisco Silva terá cobrado 6.400 euros, quantia já liquidada por Jorge Fernandes, que assumiu funções no início de 2017.

O anterior presidente da FPJ, Manuel Costa Oliveira, disse que não sabe nada do assunto: "Deixem a justiça trabalhar."

Já Vítor Pataco, presidente do IPDJ, disse ser apanhado de surpresa pela notícia que envolve um dos seus colaboradores: "Francisco Silva é um dos nossos funcionários mais qualificados na área técnica e no qual depositamos bastante confiança."

Record tentou falar com Francisco Silva por intermédio de Vítor Pataco, mas sem sucesso.

Por Alexandre Reis
Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Subscreva a newsletter

e receba as noticias em primeira mão

ver exemplo

Ultimas de Judo

Notícias

Notícias Mais Vistas

Copyright © 2020. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.