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O antigo presidente, eleito num primeiro mandato em 2017 e depois em 2020, foi destituído do cargo, depois de, em 15 de novembro, o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) ter concluído existirem incompatibilidades, configurando a perda de mandato -- hoje ratificada em AG -, ao abrigo do artigo 51.º do Regime Jurídico das Federações Desportivas.
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O ex-presidente da Federação Portuguesa de Judo (FPJ) Jorge Fernandes, este domingo destituído em Assembleia Geral do organismo, disse que irá nas próximas semanas ouvir o seu núcleo de apoiantes, antes de poder decidir por uma recandidatura.
"Neste momento não poderei dizer que sou candidato a 100%, mas tudo aponta para que venha a recandidatar-me. Tudo aponta para isso, a decisão final será no decorrer das duas próximas semanas, quando agora se iniciar o processo de candidatura, quando sair a convocatória, ver se reúno os apoios que me permitam ser candidato", disse Jorge Fernandes em declarações à agência Lusa.
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O antigo presidente, eleito num primeiro mandato em 2017 e depois em 2020, foi destituído do cargo, depois de, em 15 de novembro, o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) ter concluído existirem incompatibilidades, configurando a perda de mandato -- hoje ratificada em AG -, ao abrigo do artigo 51.º do Regime Jurídico das Federações Desportivas.
Após a AG de hoje, Jorge Fernandes disse à Lusa que está em aberto a possibilidade de se candidatar, mas sem querer avançar já com uma posição definitiva em relação ao ato eleitoral, que deverá decorrer em fevereiro. "Eu dizer que estou disponível é uma coisa, dizer que sou candidato é outra. Preferia aguardar pelas próximas duas semanas, para não dizer a próxima semana, que é quando vou iniciar os contactos", insistiu o ex-presidente, querendo auscultar os delegados e quem o apoiou em anteriores eleições.
Em relação às incompatibilidades, concluídas pelo IPDJ no inquérito aberto após denúncia do treinador e presidente da Associação de Judo de Castelo Branco, Abel Louro, Jorge Fernandes disse que as mesmas estão "corrigidas".
Em causa, segundo o inquérito, está a contratação em 2021 para a FPJ de Jorge Alberto Fernandes, filho do presidente, e o facto de o responsável máximo da Federação desempenhar funções de treinador no Judo Clube de Coimbra, dois cenários incompatíveis com as funções que desempenhava.
"Isso já está corrigido tudo, para não haver problema nenhum (...). Deixa a Federação [o filho Jorge Fernandes], naturalmente, e eu deixo de dar treinos", disse o dirigente, acrescentando que isso não significa que esteja de acordo, mas que não quer criar problemas.
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