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A maturidade de um carro é pormenor de grande importância quando se discutem corridas de resistência. E foi esse argumento que esteve na base da vitória da Peugeot na 77.ª edição das 24 Horas de Le Mans que colocou ponto final a cinco anos de domínio da Audi, primeiro com o R8 e depois com o R10. E foi na passagem para o R15, um carro inteiramente novo, que a marca alemã quebrou, sentindo os mesmos problemas que os franceses não conseguiram ultrapassar em 2007 e 2008, com o jovem 908. O 908 HDI FAP n.º 9, sem franceses na equipa, com Marc Gene (Espanha), Alexander Wurz (Áustria) e David Brabham (Austrália), cruzou a meta em primeiro acompanhado do n.º 8 (Frank Montagny/Stéphane Sarrazin/Sébastien Bourdais), que foi segundo, e do azarado n.º 7, no qual Pedro Lamy, Nicolas Minassian e Christian Klien não foram além do 6.º lugar. Em 3.º ficou o Audi n.º 1 do super-campeão Tom Kristensen, que falhou a defesa do título por problemas de maturidade - o R15 n.º 3 teve problemas de injecção, o n.º 2 sofreu um acidente e desistiu e o n.º 1 teve de lidar com constantes problemas de sobreaquecimento do motor. E a história repetiu-se, com a Peugeot a triunfar através do carro menos provável, como em 1993, ano da última vitória, então com Geoff Brabham, irmão de David, Christophe Bouchut e Eric Hélary, com o 905. Olivier Quesnel, patrão da equipa, grande fã de ciclismo, viu ganhar os seus "Guerreiros", quando tinha preparado tudo para serem os "Sprinters", do n.º 8, ou os "Roladores", que integravam Lamy, a subirem ao mais alto lugar do pódio. Não fosse o acidente no pitlane aos 38 minutos de corrida e o piloto português teria discutido os lugares do pódio na sua 10.ª participação na mítica prova, que o carro n.º 9 cumpriu sem problemas de maior nos 5206,278 km (382 voltas). "Ouvia dizer mal da equipa, que não era forte e sólida e cometia erros. Assim que cheguei vi exatamente o contrário e hoje orgulho-me muito de aqui estar. O n.º 9 ganhou mas a dobradinha é um sonho de três anos. Numa reunião com a equipa de manhã assumi que não queria correr riscos, numa altura o 8 estava a aproximar-se do 9. Sinto-me orgulhoso e dous os parabéns a toda a equipa, que merecia este resultado", afirmou Olivier Quesnel, patrão da Peugeot. A Peugeot fica ainda à espera da decisão do Tribunal de Apelo da FIA sobre o protesto que apresentou contra aspetos aerodinâmicos do Audi R15, para poder fazer a festa em pleno. Ou melhor, ter outro motivo para festejar esta tão saborosa vitória.
A maturidade de um carro é pormenor de grande importância quando se discutem corridas de resistência. E foi esse argumento que esteve na base da vitória da Peugeot na 77.ª edição das 24 Horas de Le Mans que colocou ponto final a cinco anos de domínio da Audi, primeiro com o R8 e depois com o R10. E foi na passagem para o R15, um carro inteiramente novo, que a marca alemã quebrou, sentindo os mesmos problemas que os franceses não conseguiram ultrapassar em 2007 e 2008, com o jovem 908.
O 908 HDI FAP n.º 9, sem franceses na equipa, com Marc Gene (Espanha), Alexander Wurz (Áustria) e David Brabham (Austrália), cruzou a meta em primeiro acompanhado do n.º 8 (Frank Montagny/Stéphane Sarrazin/Sébastien Bourdais), que foi segundo, e do azarado n.º 7, no qual Pedro Lamy, Nicolas Minassian e Christian Klien não foram além do 6.º lugar. Em 3.º ficou o Audi n.º 1 do super-campeão Tom Kristensen, que falhou a defesa do título por problemas de maturidade - o R15 n.º 3 teve problemas de injecção, o n.º 2 sofreu um acidente e desistiu e o n.º 1 teve de lidar com constantes problemas de sobreaquecimento do motor.
E a história repetiu-se, com a Peugeot a triunfar através do carro menos provável, como em 1993, ano da última vitória, então com Geoff Brabham, irmão de David, Christophe Bouchut e Eric Hélary, com o 905. Olivier Quesnel, patrão da equipa, grande fã de ciclismo, viu ganhar os seus "Guerreiros", quando tinha preparado tudo para serem os "Sprinters", do n.º 8, ou os "Roladores", que integravam Lamy, a subirem ao mais alto lugar do pódio. Não fosse o acidente no pitlane aos 38 minutos de corrida e o piloto português teria discutido os lugares do pódio na sua 10.ª participação na mítica prova, que o carro n.º 9 cumpriu sem problemas de maior nos 5206,278 km (382 voltas).
"Ouvia dizer mal da equipa, que não era forte e sólida e cometia erros. Assim que cheguei vi exatamente o contrário e hoje orgulho-me muito de aqui estar. O n.º 9 ganhou mas a dobradinha é um sonho de três anos. Numa reunião com a equipa de manhã assumi que não queria correr riscos, numa altura o 8 estava a aproximar-se do 9. Sinto-me orgulhoso e dous os parabéns a toda a equipa, que merecia este resultado", afirmou Olivier Quesnel, patrão da Peugeot.
A Peugeot fica ainda à espera da decisão do Tribunal de Apelo da FIA sobre o protesto que apresentou contra aspetos aerodinâmicos do Audi R15, para poder fazer a festa em pleno. Ou melhor, ter outro motivo para festejar esta tão saborosa vitória.
A maturidade de um carro é pormenor de grande importância quando se discutem corridas de resistência. E foi esse argumento que esteve na base da vitória da Peugeot na 77.ª edição das 24 Horas de Le Mans que colocou ponto final a cinco anos de domínio da Audi, primeiro com o R8 e depois com o R10. E foi na passagem para o R15, um carro inteiramente novo, que a marca alemã quebrou, sentindo os mesmos problemas que os franceses não conseguiram ultrapassar em 2007 e 2008, com o jovem 908.
O 908 HDI FAP n.º 9, sem franceses na equipa, com Marc Gene (Espanha), Alexander Wurz (Áustria) e David Brabham (Austrália), cruzou a meta em primeiro acompanhado do n.º 8 (Frank Montagny/Stéphane Sarrazin/Sébastien Bourdais), que foi segundo, e do azarado n.º 7, no qual Pedro Lamy, Nicolas Minassian e Christian Klien não foram além do 6.º lugar. Em 3.º ficou o Audi n.º 1 do super-campeão Tom Kristensen, que falhou a defesa do título por problemas de maturidade - o R15 n.º 3 teve problemas de injecção, o n.º 2 sofreu um acidente e desistiu e o n.º 1 teve de lidar com constantes problemas de sobreaquecimento do motor.
E a história repetiu-se, com a Peugeot a triunfar através do carro menos provável, como em 1993, ano da última vitória, então com Geoff Brabham, irmão de David, Christophe Bouchut e Eric Hélary, com o 905. Olivier Quesnel, patrão da equipa, grande fã de ciclismo, viu ganhar os seus "Guerreiros", quando tinha preparado tudo para serem os "Sprinters", do n.º 8, ou os "Roladores", que integravam Lamy, a subirem ao mais alto lugar do pódio. Não fosse o acidente no pitlane aos 38 minutos de corrida e o piloto português teria discutido os lugares do pódio na sua 10.ª participação na mítica prova, que o carro n.º 9 cumpriu sem problemas de maior nos 5206,278 km (382 voltas).
"Ouvia dizer mal da equipa, que não era forte e sólida e cometia erros. Assim que cheguei vi exatamente o contrário e hoje orgulho-me muito de aqui estar. O n.º 9 ganhou mas a dobradinha é um sonho de três anos. Numa reunião com a equipa de manhã assumi que não queria correr riscos, numa altura o 8 estava a aproximar-se do 9. Sinto-me orgulhoso e dous os parabéns a toda a equipa, que merecia este resultado", afirmou Olivier Quesnel, patrão da Peugeot.
A Peugeot fica ainda à espera da decisão do Tribunal de Apelo da FIA sobre o protesto que apresentou contra aspetos aerodinâmicos do Audi R15, para poder fazer a festa em pleno. Ou melhor, ter outro motivo para festejar esta tão saborosa vitória.
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