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O piloto português (Nielsen Racing) assumiu estar "realmente triste" com o resultado, apesar da boa prestação
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O piloto português Filipe Albuquerque (Nielsen Racing) terminou este domingo na 6.ª posição a penúltima prova das European Le Mans Series, disputada em Silverstone (Inglaterra).
O piloto luso, que fez equipa com Cem Bolukbasi e Ferdinand Habsburg na corrida de quatro horas, terminou a 1.01,972 minutos dos vencedores, da IDEC Sport (com o brasileiro Daniel Juncadella, o francês Mathys Jaubert e a britânica Jamie Chadwick).
Filipe Albuquerque chegou mesmo a estar na liderança da prova mas acabou por falhar os lugares do pódio.
"Estou realmente triste. O resultado não espelha a prestação. Fomos sempre das equipas mais rápidas em pista e já perto do final ansiávamos por uma situação de bandeiras amarelas para fazemos a nossa paragem nas boxes. Acabámos por ter de parar e logo depois vem a bandeira amarela", começou por explicar.
Dessa forma, foram os adversários a beneficiar: "Perdemos todas as hipóteses de recuperar e, como se não bastasse, a prova acaba em situação de bandeira vermelha. Não foi o cenário que idealizámos".
Segue-se a última prova da temporada, no Algarve, nos dias 17 e 18 de outubro.
"É sempre especial correr em Portimão, por ser em Portugal e por tudo o que o circuito significa para mim. Espero que consigamos terminar o ano a traduzir em resultado o que temos feito nas últimas corridas", disse.
Já Manuel Espírito Santo (CLX Motorsport) sofreu uma série de contrariedades ao longo da jornada, terminando em 17.º da geral, 12.º da categoria LMP2, a mesma de Filipe Albuquerque.
"Sabíamos que a corrida iria ser caótica, mas quando dei por mim a discutir o primeiro lugar, acreditei que as coisas iriam acontecer. Mas depois veio a chuva e o caos instalou-se. Ficámos uma volta a mais do que devíamos fora de pista e perdemos muito tempo. Uma paragem mais lenta nas boxes também não ajudou", explicou o piloto de Cascais, que ainda viria a sofrer um furo.
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