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Sophia Floersch feliz com o regresso a Macau, onde sofreu em 2018 um aparatoso acidente na prova de Fórmula 3.
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Sophia Floersch mostrou-se esta quinta-feira feliz com o regresso ao icónico Circuito da Guia, em Macau, onde sofreu em 2018 um aparatoso acidente na prova de Fórmula 3, mas admitiu não ter muitas expetativas.
"É muito bom estar de volta. Não tenho muito a perder, não tenho experiência com este carro. Estou mais focada em aprender e praticar para o próximo ano", disse à Lusa a jovem piloto, à margem do primeira dia de treinos no Grande Prémio (GP) de Macau.
Sophia Floersch, que fazia no ano passado a sua estreia no evento, despistou-se na terceira das 15 voltas da prova e embateu no carro do japonês Sho Tsuboi, ultrapassando os rails de proteção na abordagem à curva do Hotel Lisboa.
A piloto foi submetida a uma cirurgia de fusão à coluna vertebral, mas precisou de quatro meses para recuperar das várias fraturas.
Sublinhando que os colegas "treinaram e correram todo o ano", a piloto afastou prontamente a hipótese de lutar pelos primeiros lugares.
"Não tenho muitas expetativas, o mais importante é divertir-me e trabalhar com a equipa", apontou.
Disputado no icónico traçado citadino de 6,12 quilómetros, o Grande Prémio é o maior evento desportivo de Macau e a prova é considerada uma das mais perigosas do mundo.
O 66.º Grande Prémio de Macau, que se realiza entre hoje e domingo, tem um orçamento de 270 milhões de patacas (cerca de 30 milhões de euros), para um programa com seis corridas: o Grande Prémio de Macau de F3, a Taça GT, a Corrida da Guia, o 53.º Grande Prémio de Motos, a Taça de Carros de Turismo e a Taça GT-Corrida da Grande Baía.
Em 2018, mais de 83.000 pessoas assistiram aos quatro dias do evento, marcado pela vitória do piloto de F3 Daniel Ticktum e pelo acidente aparatoso de Floersch.
Um ano antes, a competição ficou marcada pela morte do piloto britânico Daniel Hegarty (Honda), aos 31 anos, na prova de motos, que não registava fatalidades desde 2012.
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