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Dossiê de acusação à McLaren tem 166 páginas

O dossiê que a FIA tem para apresentar com provas contra a McLaren no caso de espionagem à Ferrari consiste em 166 páginas, entre as quais constam referências a conversas telefónicas e mensagens de texto que fazem parte da investigação que decorre em Itália ao ex-engenheiro da "Scuderia", Nigel Stepney.

De acordo como o jornal inglês "The Times", a FIA não apresentará detalhes das conversas entre Stepney e o seu contacto na McLaren, o designer-chefe Mike Coughlan, mas espera demonstrar que o volume de comunicações entre os dois altos responsáveis das equipas condiz no tempo com a troca de emails entre Pedro de la Rosa, piloto de testes da escuderia de Woking, e o seu colega piloto de corridas, Fernando Alonso.

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A coinciência provaria que sempre que os pilotos da McLaren necessitavam de uma verificação de um detalhe técnico recorriam a Coughlan, que transmitiria então as questões a Stepney.

Os 26 membros do Conselho Mundial terão recebido o dossiê na passada 6.ª feira. Amanhã decidirão o caso, com a McLaren a fazer a sua defesa e a Ferrari a poder também intervir.

A defesa da McLaren também será consistente, desvalorizando esta ligação que a FIA pretenderá estabelecer, alegando que esta informação não prova que utilizou dados da Ferrari na construção do seu carro.

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A outra parte da defesa parte do pressuposto de que se a equipa for considerada culpada, então outros, como a Renault, também devem ser punidos por motivos ainda não especificados.

No entanto, a FIA já fez saber que essa matéria não será tratada na reunião de amanhã em Paris, na qual a McLaren corre o risco de ser banida por uma ou duas épocas, além de ver os seus pilotos serem punidos na classificação do respectivo campeonato.

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