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Antigo patrão da F1 diz que não tem nada contra os negros e que eles "têm de saber cuidar de si próprios"
As declarações de Bernie Ecclestone sobre as questões do racismo continuam a dar polémica. Depois de o antigo patrão da F1 ter dito que "os negros são mais racistas do que os brancos", gerou-se uma onda de indigação, com o atual campeão do Mundo, Lewis Hamilton, a mostrar a sua revolta nas redes sociais.
O atual líder da F1, Chase Carey, emitiu até um comunicado a explicar que, sentimentos como os manifestados pelo seu antecessor "não têm lugar na Fórmula 1"
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Chegou inclusivamente a falar-se na possibilidade de Ecclestone ser afastado das competições. "Afastarem-me das corridas?", questiona o empresário britânico, que se mantém muito próximo de muitos promotores de provas e de equipas."Não os aconselharia a fazer isso. Podem tentar fazê-lo na Rússia, penso que mesmo assim teria direito a um passe", desafiou Ecclestone numa entrevista ao 'The Mail', aludindo à sua forte amizade com Vladimir Putin.
"Eu não tenho nada contra as pessoas negras, antes pelo contrário, tenho muito a favor. Na realidade, o pai do Lewis [Hamilton] quis fazer negócios comigo, ele fez umas belas maquinas de remo... Eu nunca teria feito isso se fosse contra os negros", prosseguiu.
"Ao longo dos anos conheci muita gente branca que não gostei, mas nunca um negro que não tivesse gostado. Fui assaltado um par de vezes, uma delas por três tipos negros. Acabei no hospital, mas mesmo depois disso nunca fui contra os negros. Não penso no Lewis [Hamilton] como negro, para mim é apenas o Lewis", continuou Ecclestone, de 89 anos.
"Não tenho culpa de ser branco ou de ser mais baixo do que o meu vizinho. Na escola chamavam-me 'titch' e eu apercebi-me que tinha de fazer algo relativamente a isso. Os negros têm de saber cuidar de si próprios", concluiu.
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