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Uma corrida desinteressante por... culpa da Ferrari. Na verdade, da forma como está definido o espectro competitivo do “circo” e com o título já entregue ao pentacampeão Michael Schumacher, as provas que faltam (agora são quatro) para se concluir o campeonato arriscam-se a ser entediantes e desprovidas de emoção.
Foi o que ocorreu, ontem, no circuito de Hungaroring, com a Ferrari a dominar por completo a corrida, de tal forma que até deu para o favorito Michael Schumacher colaborar no triunfo do brasileiro Rubens Barrichello, um piloto assombrado pelo fantasma de “Schumi”.
E no Grande Prémio da Hungria a “escuderia” italiana conseguiu o mais importante: a conquista do seu 12º título mundial de construtores, o quarto consecutivo da era Schumacher. Aliás, a Ferrari conseguiu a sua 500ª presença no pódio em 666 corridas. Notável!
Apesar da elevada temperatura (33 graus) que se fez sentir em Budapeste, facto que obviamente provocou um acentuado desgaste dos pneus, as equipas souberam adaptar-se aos condicionalismos do traçado.
Face ao domínio dos homens do “cavallino rampante”, a luta pelas posições subsequentes acabou por ser a mais interessante, nomeadamente aquela que envolveu os pilotos da Williams-BMW (Ralf Schumacher e Juan Pablo Montoya) e da McLaren-Mercedes (o promissor finlandês Kimi Raikkonen e David Coulthard).
Raikkonen, aliás, efectuou mais uma excelente “performance”, voltando a mostrar porque é considerado um dos pilotos de maior futuro da actual Fórmula 1.
Honda ‘out’ da Jordan
A Honda decidiu deixar de fornecer os seus motores à “escuderia” britânica Jordan. O contrato termina no final desta época desportiva, mas a empresa nipónica não abandona definitivamente o mundo do “circo”, já que mantém a parceria com a BAR-Honda.
R. Barrichello
“O mais importante deste resultado foi a nossa vitória no Mundial de construtores. O carro esteve perfeito e tudo nos correu bem. Mantive sempre a concentração, uma vez que foi uma prova muito dura em termos físicos. Quando o Schumacher fez a volta mais rápida, fiquei surpreendido de o ver atrás de mim outra vez. Penso que apenas se estava a divertir...”
M. Schumacher
“Não tive um bom arranque, já que parti do lado sujo da pista. O Ralf aproveitou para apertar-me do lado de fora, mas consegui travar e manter a minha posição atrás do Barrichello. Foi uma jogada justa. Na parte final não arriscámos, pois qualquer erro poderia colocar a nossa posição em perigo. A nossa prioridade continua a ser o segundo lugar do Barrichello na prova.”
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