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Estado de saúde do antigo piloto alemão continua envolto em grande secretismo
O jornal inglês 'Mirror' escreve este sábado que Michael Schumacher sofre de atrofia muscular e osteoporose, em consequência do facto de estar há tanto tempo acamado.
O estado de saúde do sete vezes campeão do mundo de Fórmula 1, agora com 51 anos, continua a ser um dos segredos mais bem guardados, pois a família, particularmente a sua mulher, Corinna, faz questão de manter ao máximo a privacidade do antigo piloto.
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Ao longo dos últimos seis anos e meio correram muitos rumores e boatos; Corinna pede sigilo às (poucas) visitas que recebe na mansão da família, na Suíça, e os pormenores são escassos. Consta que está acamado, mas não se sabe se está consciente, se fala, se sorri ou sequer reconhece os que o rodeiam. Sabe-se que vive rodeado de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, mas desconhece-se se foram feitos grandes progressos por parte destes profissionais.
O antigo piloto da Jordan, da Benetton, da Ferrari e da Mercedes já foi três vezes a Paris submeter-se a um tratamento experimental com células-tronco, conhecidas pela sua capacidade de se transformarem noutro tipo de células, regenerando, assim, tecidos e órgãos. Terá o tratamento sido bem sucedido? Não se sabe ao certo.
Michael Schumacher sofreu um acidente quando esquiava com o filho em dezembro de 2013 nos Alpes franceses, tendo batido com a cabeça numa rocha.
Sofreu uma lesão cerebral grave e acabou por ser sujeito a uma intervenção neuro-cirúrgica assim que chegou ao hospital de Grenoble, para onde foi transportado de helicóptero logo depois do acidente.
Foi colocado em coma e intervencionado mais uma vez. Em junho do ano seguinte o alemão foi transferido para Lausanne, na Suíça, onde passou três meses no hospital. Depois, recolheu à casa da família, nas margens do lago Genebra, uma mansão que a mulher, Corinna Schumacher, transformou numa fortaleza/hospital. Nunca mais foi visto.
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