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Prova teve apenas duas voltas, nas quais os pilotos seguiram atrás de um safety-car
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Lewis Hamilton, sete vezes campeão mundial de Fórmula 1, fez este domingo duras críticas aos directores da competição, dizendo que no GP da Bélgica o dinheiro foi a prioridade e não os fãs. O experiente corredor inglês afirmou que a prova foi uma farsa e que devia ser devolvido aos adeptos o dinheiro dos bilhetes.
O piloto da Mercedes fez declarações visivelmente chateado, depois da corrida ter sido interrompida, e não mais reatada, apenas três voltas depois de se ter iniciado. "Claro que não podemos fazer nada em relação ao clima mas temos equipamento sofisticado que nos diz o que se passa e era claro que o tempo não ia melhorar. Nós [pilotos] fomos mandados para a pista por uma única razão. Duas voltas atrás de um safety-car, sem a possibilidade de perder ou ganhar posições não é correr", queixou-se o inglês.
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"Devia-se ter cancelado a prova assim que se percebeu que não havia condições, não pôr em risco os pilotos e mais importante ainda, devíamos devolver o dinheiro aos fãs, pois eles são o coração do desporto. O que se passou hoje foi uma autêntica farsa e aqueles que realmente perdem são os fãs que pagaram bom dinheiro para nos ver correr", afirmou Hamilton.
O atual campeão do mundo deixou ainda duras críticas aos directores da prova pela decisão que tomaram ao não cancelar o GP e ao concederem os pontos da corrida consoante a posição na grelha de partida: "O desporto fez uma má escolha hoje. O dinheiro falou mais alto e duas voltas na pista foi claramente por razões financeiras".
"Eu sei porque é que eles o fizeram. Há uma regra que diz que para uma corrida ser considerada legal têm que ser realizadas pelo menos duas voltas. Isso activa imensas cláusulas e eu não conheço as políticas por de trás de tudo isso. Porém, aquilo que me preocupa são os fãs, que deviam ter o dinheiro de volta. Devíamos ter valores melhores na F1", concluiu o corredor de 36 anos.
Recorde-se que devido ao mau tempo a corrida deste domingo não se realizou como previsto. Os pilotos deviam ter partido às 14 horas, porém só foram para a grelha de partida meia hora depois. Na pista fizeram apenas três voltas atrás do safety-car, situação onde não é possível haver ultrapassagens, e regressaram às boxes de seguida, por falta de condições de segurança. A corrida não foi mais reatada e a classificação final foi semelhante à ordem da grelha de partida. Os dez primeiros pilotos receberam metade dos pontos que normalmente recebem e, como tal, o vencedor foi o holandês Max Verstappen, seguido dos britânicos George Russell e Lewis Hamilton.
Na classificação geral, o atual campeão do mundo leva três pontos de avanço sobre o piloto da Red Bull, deixando o campeonato completamente em aberto para o que falta ainda correr.
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