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Carro da lenda Ayrton Senna é um dos que faz parte da coleção em risco
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O coronavírus atacou forte o desporto mundial e a Fórmula 1 não foi exceção, com várias equipas a apresentarem graves dificuldades financeiras, afetadas pelas consequências desta pandemia que interrompeu as competições à escala global. Neste contexto, a histórica McLaren segue na linha da frente das dificuldades e está obrigada a considerar medidas extraordinárias para angariar dinheiro para sobreviver à crise, como hipotecar a sua coleção de carros históricos de Fórmula 1, e ainda a sua sede em Woking.
De acordo com a Sky, o objetivo é arrecadar uma verba próxima dos 310 milhões de euros. Segundo esta publicação, o valor estipulado pela totalidade da coleção de carros, que constam entre outros os monolugares utilizados pela lenda Ayrton Senna, está avaliada em 282 milhões, sendo que a fábrica da McLaren pode render no total mais 225 milhões. Esta sugestão foi idealizada pela McLaren e também pela JP Morgan, empresa de consultadoria da marca.
Este modo de sobrevivência já tem sido utilizado por outras equipas, como por exemplo a Williams, que nas últimas semanas contraiu um empréstimo ao milionário Michael Latifi (e pai do seu piloto Nicholas para esta época), num processo em que a formação britânica também utilizou a sua coleção de mais de 100 carros e a fábrica como garantia.
Quanto à McLaren, que há dois dias anunciou a contratação de Daniel Ricciardo para 2021 para substituir Carlos Sainz (Ferrari), tem tido uma queda global das receitas, face à falta de corridas e venda de carros, sendo que os funcionários da organização estão de licença e sem trabalho. "Como qualquer outra empresa britânica, a McLaren foi gravemente afetada pela pandemia, portanto, estamos a explorar uma variedade de opções de financiamento a curto prazo", disse um porta-voz da marca.
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