Meninas da F1 furiosas por ficarem sem emprego

'Grid girls' acusam feministas de lhes acabarem com os desfiles nos fins-de-semana de Grande Prémio

Os novos donos da Fórmula 1 decidiram acabar com as 'grid girls', as vistosas raparigas que acompanham os pilotos até ao carro e que desfilam pelos circuitos a cada fim-de-semana de grande prémio, mas elas não ficaram propriamente satisfeitas por terem de sair dos circuitos.

Nas redes sociais acusam as feministas de serem responsáveis por esta decisão e dizem que são livres de desfilarem onde quiserem. "O inevitável aconteceu, a 'grid girls' vão desaparecer da F1. É ridículo que mulheres que dizem lutar pelos direitos de outras mulheres venham dizer o que elas podem ou não fazer. Fazemos um trabalho que amamos e pelo qual somos bem pagas", escreveu Rebecca Cooper, 'presença' em cinco Grandes Prémios, habutué em competições de motociclismo e outras provas de automobilismo.
  
"Por causa dessas feministas perdemos o nosso trabalho. Fui 'grid girl' durante oito anos e nunca me senti desconfortável com isso. Adoro o meu trabalho, nunca ninguém me obrigou a fazê-lo. Trata-se de uma escolha nossa", frisou por sua vez Lauren Jade, que se tornou uma das impulsionadoras de uma petição intitulada "salvem as grid girls".

Michelle Westby é agora piloto, mas já foi uma 'grid girl' e fala em frustração. "Já me retirei mas penso que estas raparigas perderam uma importante fonte de rendimento porque estas feministas pensam que sabem tudo. É frustrante."

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