Renault está a lutar pela sobrevivência

Marca gaulesa atravessa grandes dificuldades financeiras e poderá abandonar o Mundial

Ricciardo e Ocon são os pilotos da Renault em 2020
Ricciardo e Ocon são os pilotos da Renault em 2020

"A Renault pode desaparecer." A frase é bombástica e pode causar alarme mas foi reproduzida pelo ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire. A pandemia está provocar tremendo impacto na histórica marca gaulesa de automóveis, sendo que uma das consequências poderá ser o fim da equipa de Fórmula 1, que no Mundial desta época terá como pilotos Daniel Ricciardo (rumará para a McLaren em 2021) e o jovem Esteban Ocon.

O governo francês, que controla 15% das ações da Renault, encontra-se ainda a estudar o pedido de empréstimo da empresa no valor de 5 mil milhões de euros. "A Renault joga a sua sobrevivência, pode desaparecer do mercado. É preciso ser lúcido neste momento", alertou Le Maire. O governo francês terá de injetar muito dinheiro mas avisou que vai fazer exigências ao novo CEO Luca de Meo: "A estratégia que agrada mais ao Estado francês, que é acionista, é fazer da Renault um dos construtores mais avançados nos veículos elétricos e que se concentre na sua produção em França."

A nível da Fórmula 1, a equipa gasta 200 milhões por ano para desenvolver o carro e o motor, que serve também atualmente a McLaren, que se vai transferir para a Mercedes em 2021.

Já a hipótese de Fernando Alonso regressar à Renault em 2021 poderá ajudar a marca a sair desta crise, uma vez que o piloto espanhol gera muitas receitas a nível de marketing.

Por Diogo Jesus
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