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Antigo engenheiro da Benetton, Ferrari e Mercedes garante que o alemão na realidade era "encantador"
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Ross Brown, atual diretor desportivo da Fórmula 1, que trabalhou com Michael Schumacher na Benetton, na Ferrari e na Mercedes, abordou a sua relação com o ex-piloto alemão num documentário intitulado 'Race to Perfection', revelando que o sete vezes campeão do mundo era "incompreendido".
O engenheiro inglês reconhece que se por um lado muita gente gostava de 'Schumi', por outro o antigo piloto colecionava alguns 'haters'. "O Michael era uma personagem bastante incompreendida. Não sei se no fundo gostava da imagem que passava, porque era uma pessoa que intimidava, mas na realidade ele era exatamente o contrário disso, era encantador."
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"Aconteceu apresentá-lo a algumas pessoas que antes de o conhecer tinham uma ideia errada dele, pensavam que tinha uma personalidade horrível, mas que depois mudaram de opinião. Muitas pessoas que competiam contra ele tinham uma opinião diferente, mas os que o conheciam bem, os que trabalharam com ele, não têm nada de mau a dizer sobre a sua integridade, compromisso e sobre o seu lado humano", acrescentou Brown.
Michael Schumacher, agora com 51 anos, sofreu um acidente quando esquiava com o filho em dezembro de 2013 nos Alpes franceses, tendo batido com a cabeça numa rocha.
Sofreu uma lesão cerebral grave e acabou por ser sujeito a uma intervenção neuro-cirúrgica assim que chegou ao hospital de Grenoble, para onde foi transportado de helicóptero logo depois do acidente.
Foi colocado em coma e intervencionado mais uma vez. Em junho do ano seguinte o alemão foi transferido para Lausanne, na Suíça, onde passou três meses no hospital. Depois, recolheu à casa da família, nas margens do lago Genebra, uma mansão que a mulher, Corinna Schumacher, transformou numa fortaleza/hospital. Nunca mais foi visto.
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