Já de volta ao paddock, depois dos exames efetuados num hospital próximo do circuito de Termas de Río Hondo, Miguel Oliveira lamentou o azar que teve na corrida Sprint do Grande Prémio da Argentina, especialmente por ter impedido a recolha de dados para o futuro. Quanto à queda, diz-se grato por não ter tido sequelas.
"Infelizmente, tive uma queda no início da curva 5. À entrada da curva 2, um outro piloto tentou passar-me ao ir demasiado por dentro, perdeu controlo da moto e acabou por atingir a minha num movimento clássico de efeito dominó, lançando-me para o chão. Estou desapontado por não ter terminado a corrida. Ainda que soubesse que pontuar nesta Sprint teria sido muito difícil, podíamos ter recolhido informações importantes para o Grande Prémio de amanhã", lamentou o português.
Apesar disso, Oliveira assume-se grato por ter escapado ileso. "Sinto aliviado por, apesar de ter sido uma queda feia, não ter sofrido quaisquer lesões graves. Os exames descartaram fraturas, mas tenho um grande hematoma na zona esternoclavicular. E, no geral, sinto o corpo muito dorido neste momento. Estou a focar-me na recuperação com os fisioterapeutas e espero conseguir ter um bom descanso. Amanhã de manhã veremos como me sinto e, depois de nova avaliação médica, determinaremos se posso correr ou não".
O pódio ficou completo com o espanhol Jorge Martin (Aprilia) e o italiano Fabio DiGiannantonio (Ducati)
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