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Depois de terminar o Grande Prémio do Algarve de MotoGP - o penúltimo da temporada e o seu penúltimo antes de rumar às Superbikes - no 14.º lugar, Miguel Oliveira falou aos jornalistas e admitiu que, fruto do apoio que recebeu e da presença próxima da família na grelha de partida, acabou até por ter algumas dificuldades em começar a corrida.
"Já foi difícil arrancar para o Grande Prémio quando se tem a filha a entregar a bandeira de Portugal... Com toda a emoção e simbolismo que teve toda aquela cerimónia inicial, não foi nada fácil fazer a corrida e acabá-la. Fiquei contente com a performance de um modo geral. Já sabíamos que íamos ter algumas dificuldades com a aderência, como foi sabido desde o início de sexta-feira, mas acabámos muito perto das duas outras Yamaha e, por isso, [estou] feliz por ter acabado a corrida diante do público e ter proporcionado isto neste fim-de-semana especial", começou por dizer, em declarações à Sport TV.
Como se sentiu com o adeus? "Sentem-se muitas coisas. Muita gratidão, sobretudo por todo o apoio incondicional que senti durante este fim-de-semana. Não quero que seja um adeus, mas parece essa a sensação. Mas não vou acabar a minha carreira, de perto nem de longe. Mas esta temporada no MotoGP acaba aqui".
Muitos dos que aqui estão provavelmente estarão para o ano nas Superbikes... "Exatamente, é isso mesmo. Não é um adeus, mas é uma despedida do MotoGP em casa, com um sentimento especial".
Houve alguma mensagem ou momento que mais o marcou nestes dias? "Tive tantas pessoas do meu lado, a enviarem mensagens ou a quererem dar-me um abraço pessoalmente. Todas têm o mesmo peso e significado. Houve pessoas muito especiais, mas não posso deixar de destacar a presença da minha família, dos meus filhos e da minha mulher a meu lado durante todo o fim-de-semana. Têm sido uma presença constante, mas estou grato a todos pelo apoio".
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