O futuro de Miguel Oliveira na Yamaha, e no MotoGP em geral, continua uma incógnita. Sim, o piloto português tem contrato por mais uma temporada com a marca japonesa, mas os resultados deste primeiro ano com a Pramac, aliados à já garantida contratação de Toprak Razgatlioglu, deixam a sua situação em aberto. Nada se sabe em concreto sobre o que acontecerá, mas os rumores que circulam não são propriamente positivo para o português.
Ora, este fim de semana, após um Grande Prémio da Áustria para esquecer - foi 17.º, apenas à frente de Jack Miller -, Oliveira sentou-se com o 'The Race', concedendo uma longa entrevista na qual abriu o jogo sobre a sua carreira e dificuldades esta temporada, mas também deixou já um balanço... em jeito de despedida da categoria rainha.
"Não me arrependo de nada do que fiz. Mas sinto que, se deixar o paddock, vou sentir-me incompleto. Acho que as minhas capacidades como piloto são maiores do que aquilo que fiz, do que aquilo que mostrei. Isto pode ser entendido como arrogância ou algum tipo de presunção da minha parte, mas é mesmo assim que me sinto. Estando num desporto que se compara imenso, comparando-me com outros pilotos, sinto que tenho mais para dar. Mas é o que é. A competição é assim. Consegue ser brutal por vezes. É essa a realidade. E no paddock, especialmente quando estás na elite, tens de mostrar, tens de pilotar a moto o mais rápido possível", assumiu o português, que nesta longa entrevista garantiu não estar preocupado com futuro.
"O que quer que aconteça, ficarei bem. É essa a mensagem. Estarei mais do que bem, acho".
Por Fábio LimaItaliano da Aprilia largou da 'pole' e liderou todas as 26 voltas da corrida
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