Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Paolo Campinoti, chefe da Pramac, explica decisão de deixar a marca italiana para assinar pela Yamaha
Seguir Autor:
A decisão da Pramac em deixar a Ducati para, a partir de 2025, passar a ser equipa satélite da Yamaha surge depois de várias semanas de especulações e, de acordo com declarações de Paolo Campinoti, o homem forte da equipa italiana, deveu-se a uma série de situações, que teve o seu epílogo com a decisão da Ducati em contratar Marc Márquez em vez de Jorge Martín.
"Gostava de deixar claro que isto não se trata de dinheiro. Aliás, a curto prazo vou sair a perder, porque não vou obter o que tenho neste momento de patrocinadores. Evidentemente, não creio que a curto prazo possámos ter os resultados aos quais estávamos habituados", comentou o chefe da Pramac, ao GPOne, passando depois à questão que, no fundo, precipitou tudo.
"Esta escolha da Ducati deixou-nos um pouco confusos, por isso ouvimos a oferta da Yamaha. A decisão de não contratar o Martín, que lidera o Mundial e já ganhou várias corridas, é uma decisão que não concordamos. Vão levar o Cristiano Ronaldo do MotoGP, mas isso traz consequências", atirou, em alusão a Marc Márquez.
O #93, recorde-se, esteve este ano na Gresini e em 2025 subirá à equipa principal, para fazer dupla com Pecco Bagnaia.
Espanhol será o embaixador exclusivo da marca na categoria do motociclismo
Italiano passa a somar 81 pontos, mais 4 do que Jorge Martin
Piloto do Aprilia não vencia uma corrida há mais de um ano e meio
O pódio ficou completo com o espanhol Jorge Martin (Aprilia) e o italiano Fabio DiGiannantonio (Ducati)
Afastamento do campeão europeu em 2016 prende-se com uma opção técnica do treinador Esteban Solari
Treinador português colocado numa lista de potenciais sucessores de Andoni Iraola
Em causa está a ausência do astro no particular entre a Argentina e a Venezuela
Futebolista ganês de 20 anos representava o Berekum Chelsea