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João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, referiu que número é "muito significativo"
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O Turismo do Algarve antevê uma procura muito elevada para o Grande Prémio de Portugal de MotoGP e considera que o impacto da corrida de motociclismo de velocidade na região vai além dos 65.000 espetadores previstos.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), João Fernandes, considerou "muito significativo" o número de espetadores previstos para a prova inaugural do Mundial de MotoGP, mas frisou que a estes visitantes é preciso também somar famílias que aproveitam a oportunidade para passar o fim de semana no sul do país.
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"As expectativas estão realmente numa procura muito elevada, porque estamos a apontar para mais de 65.000 espetadores, o que é muito, muito significativo, em termos de afluência de pessoas ao Algarve, já que a maioria dos espetadores vem de outras regiões de Portugal ou do estrangeiro", antecipou.
João Fernandes destacou que, nas três semanas anteriores à realização do evento, que se realiza entre sexta-feira e domingo, no Autódromo Internacional do Algarve, as equipas estiveram no circuito portimonense a testar os seus equipamentos, com os seus pilotos e equipas de suporte, o que representa um "impacto muito relevante" para a atividade turística da região.
Este impacto faz-se sentir na zona do barlavento (oeste) do Algarve, mas também "até à zona de Vilamoura", localizada na parte central da região, no concelho de Loulé, observou.
"Estamos a falar de 65.000 pessoas e depois também há muita gente que, mesmo não indo ao espetáculo, vem. Por exemplo, familiares de fãs, em que um dos elementos da família vai ao evento e outros vêm cá, aproveitando para passar o fim de semana", disse.
A procura da região é, assim, "superior ao número de espetadores" da prova e "não se esgota na hotelaria das imediações do autódromo", acrescentou.
Segundo João Fernandes, a corrida volta a contar com um fator atrativo, que é ver o piloto português Miguel Oliveira com uma moto de uma nova marca (Aprilia, em vez de KTM) e com a coincidência de o Grande Prémio ser a primeira prova do Mundial de MotoGP de 2023, o que permite ter adeptos "ávidos" de presenciar a corrida após uma paragem de meses na competição.
"Sabemos também que o MotoGP tem um impacto enorme não só no momento em que acontece, mas também pela capacidade que tem de divulgar os destinos. E, ainda por cima, a pista - apelidada pelos adeptos de 'montanha-russa' - confere ao Grande Prémio, em Portimão, um interesse especial", concluiu.
Em declarações à Lusa, o presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) considerou que a prova vai levar os hotéis da zona de Lagos e de Portimão a estarem com uma ocupação "excelente" e que o "impacto" do evento no setor pode chegar até Vilamoura.
"É este tipo de eventos que nós temos de ter na época baixa, para garantir um aumento da ocupação" nesses períodos, sublinhou Hélder Martins.
A MotoGP é a categoria rainha do Mundial de motociclismo de velocidade, cujo campeonato arranca este fim de semana, em Portugal.
As categorias de Moto2 e Moto3 são as outras que estão em disputa.
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