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Entre forças de segurança, bombeiros, técnicos e comissários de pista presentes no evento, em Portimão
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Cerca de dois mil elementos, entre forças de segurança, bombeiros, técnicos e comissários de pista, estão envolvidos na organização do Grande Prémio de Portugal de MotoGP, que decorre até domingo no Autódromo Internacional do Algarve (AIA).
Em declarações à agência Lusa, o diretor do autódromo algarvio, Miguel Praia, revelou que "a estes elementos, juntam-se os cerca de três mil das equipas, o que perfaz um total de cinco mil pessoas envolvidas na prova".
O dispositivo mobilizado para a penúltima corrida da temporada da prova 'rainha' do motociclismo de velocidade inclui centenas de militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), responsáveis pela segurança dentro e fora do recinto.
A esta força de segurança cabe também ordenar o trânsito nas principais vias de acesso ao complexo, situado entre os concelhos de Monchique e de Portimão.
No plano de emergência estão mobilizados bombeiros de corporações do distrito de Faro, equipas médicas, socorristas e técnicos especializados, garantindo resposta rápida a qualquer ocorrência médica, tanto de pilotos como de espetadores.
A estes juntam-se os comissários de pista e profissionais de apoio logístico, que asseguram o cumprimento das normas da Federação Internacional de Motociclismo (FIM), dentro e fora do circuito.
"O nosso objetivo é garantir que tudo decorre com a máxima segurança, tanto para os pilotos como para os milhares de adeptos esperados no autódromo", disse à Lusa Miguel Praia, um dos diretores do AIA.
Segundo o antigo piloto de motociclismo, "a segurança é uma das prioridades no circuito em cada prova", realçando a "experiência consolidada do Autódromo Internacional do Algarve na organização de eventos desta dimensão", com a realização da sétima corrida consecutiva.
Miguel Praia considerou que a coordenação entre todas as entidades "é um esforço conjunto para o sucesso da prova", sublinhando que "sem esta articulação, seria impossível garantir um evento desta magnitude".
O Grande Prémio de Portugal fica marcado no domingo pela retirada de Miguel Oliveira do MotoGP, o único piloto português a competir na categoria.
Oliveira tem 115 corridas disputadas em MotoGP, somando cinco triunfos (Estíria, Algarve, Catalunha, Indonésia e Tailândia), sete pódios e uma pole position, alcançada no ano da vitória em Portimão (2020), uma corrida sem público devido à pandemia de covid-19.
A organização estima que o total acumulado de espetadores durante os três dias do evento ultrapasse os 170 mil, número alcançado no ano passado.
"Só na sexta-feira registámos um aumento de 20% de entradas em relação ao ano passado e, hoje, sábado, temos até às 13:00 um registo de mais de 11%", revelou Miguel Praia.
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