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CEO da empresa romena não aceita decisão de exclusão do campeonato
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"A nossa equipa, a CryptoDATA RNF, enfrenta uma situação paradoxal, que parece tirada de um filme de comédia, mas que tem efeitos muito mais sérios. A Dorna, a organizadora do MotoGP, abordou-nos com uma proposta digna de um guião de Hollywood: vender a nossa equipa como uma pechincha. Pensamos pedir-lhes uns autógrafos também, para recordar esta proposta tão generosa".
É assim, num tom irónico mas claramente desafiador, que Ovidiu Toma aborda, em comunicado colocado a circular na rede social X, a recente decisão do MotoGP em excluir a equipa CryptoDATA RNF do Mundial do próximo ano, com a justificação de "repetidas infrações e violações do acordo de participação".
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Na sua nota, o CEO CryptoDATA Roménia revela que a Dorna prometeu que haveria uma equipa norte-americana no paddock na próxima temporada e que para tal acontecer teria de passar pela saída da formação onde alinha Miguel Oliveira. Abordados com essa proposta, os romenos, donos de 60% do capital da equipa - os outros 40% são de Razlan Razali - "educadamente" recusaram, algo que terá levado a Dorna a uma segunda investida, com a decisão hoje anunciada.
"Agora parece que a Dorna quer expulsar-nos do Mundial de 2024, citando razões tão criativas que podiam escrever um livro. Apesar de termos contrato até 2026, parece que o slogan deles é 'o nosso campeonato, as nossas regras não-escritas... as que estão escritas nos contratos não contam'. Não estamos apenas desapontados, mas prontos para lutar", garantiu.
Uma luta que, segundo Ovidiu Toma, passará pela via judicial, onde pedirão uma "compensação substancial pelos prejuízos ao negócio e reputação" da empresa e pela limitação de participação no campeonato.
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