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Piloto português desalentado depois de ter falhado o apuramento direto para a segunda fase da qualificação
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O português Miguel Oliveira (Yamaha) confessou esta sexta-feira que tinha em mente outras perspetivas para o primeiro dia do Grande Prémio de Portugal, em que sentiu dificuldades de aderência na moto, mas só pensa em "melhorar muito".
O português foi 22.º e último classificado da sessão de treinos cronometrados da tarde de hoje, no Autódromo Internacional do Algarve (AIA), fechando a jornada a 1,907 segundos do mais rápido, o espanhol Alex Márquez (Ducati).
"A pista melhorou ligeiramente para a tarde, mas rompemos a tração muito rápido, rompemos o grip e é muito difícil recuperar mesmo levantando a moto e cortando um bocadinho de gás. Não estávamos à espera e as perspetivas aqui eram outras. A moto tem funcionado bem em circuitos não semelhantes a este, mas com níveis baixos de grip e pensámos que aqui podia ser uma dessas pistas", explicou Oliveira, aos jornalistas, após ter falhado o apuramento direto para a segunda fase da qualificação para o Grande Prémio de Portugal de MotoGP.
Por isso, apontou para uma "abordagem diferente para sábado, tanto a nível de eletrónica como a nível de setup [configuração]", na esperança de "poder melhorar muito".
"A Q1 é das sessões mais difíceis todo o fim de semana. Mesmo com um tempo competitivo, é atirar a moeda ao ar e ver o que podemos fazer. Eu acredito em melhorar muito, mas não sei se isso vai ser suficiente para passar ou não", expressou.
Com um arranque aquém do desejado perante do seu público, em Portimão, Oliveira ficaria satisfeito se constar "entre a quinta e sexta fila da grelha" de partida da 21.ª e penúltima prova do ano.
"Realisticamente, aquilo que temos feito tem sido sempre entre a quinta e sexta fila da grelha. Visto como começamos o fim de semana, repetir isso ou melhor já é muito bom. A esperança é que amanhã [sábado] possamos reduzir a diferença e sobretudo melhorar o ritmo", desejou.
Ausentes do Grande Prémio de Portugal de MotoGP vão estar o campeão em título, Marc Márquez, que já garantiu o 'cetro' de 2025, e o compatriota Jorge Martín (Aprilia), campeão em 2024 e vencedor da ronda lusa no ano passado, ambos devido a lesão.
A 21.ª edição do Grande Prémio de Portugal vai ser disputada pelo sexto ano consecutivo no Autódromo Internacional do Algarve (AIA), em Portimão, que recebe uma corrida do campeonato pela sétima vez, entre hoje e domingo, na 21.ª jornada da 77.ª época do principal Mundial de motociclismo de velocidade.
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