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Piloto português da CryptoData Aprilia RNF diz que tem de se "afeiçoar mais à moto e saber o que pedir"
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Arranca já este fim-de-semana, em Portimão, mais uma edição do Mundial de MotoGP, a quinta com presença portuguesa e de Miguel Oliveira, que este ano trocou as cores da KTM pela Aprilia. Em entrevista ao 'Expresso', o piloto português sublinhou que não via a KTM com "potencial" para que ele atingisse "o pico de performance na carreira desportiva nos próximos dois ou tres anos" e garantiu que ainda há detalhes para afinar com a mota da CryptoData Aprilia RNF.
"A mota está como eu quero. Existem ainda alguns detalhes que eu simplesmente não sei como abordar, sobretudo na volta rápida. Ainda não conheço bem os cantos à casa para saber que portas abrir e fechar para que o tempo saia com mais facilidade, extraindo todo o potencial que a mota tem. Em Portimão já foi um bocadinho mais simpático, fui quase o piloto mais rápido da Aprilia, apenas por alguns centésimos. Tenho a volta ideal mais rápida que os outros pilotos da Aprilia, portanto já é um indicador de que a adaptação em si está mais perto de ficar completa do que estava há um mês. Mas tenho agora, durante os fins de semana de prova, de a conhecer melhor, de me afeiçoar mais à mota e saber o que pedir, mas tudo isso é normal", afirmou ao semanário.
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