Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Piloto português da Prima Pramac foi 12.º, depois de largar do 18.º posto
Seguir Autor:
Miguel Oliveira foi este sábado o melhor piloto da Yahama na corrida sprint do GP da Áustria, mas reconhece que ainda não se sentiu "suficientemente competitivo".
“Fiz um arranque muito bom e consegui ganhar cinco ou seis posições. No entanto, não me senti suficientemente competitivo com a moto, especialmente na última chicane. Foi a minha melhor oportunidade de ultrapassagem, mas simplesmente não consegui aproximar-me o suficiente. Naturalmente foi bastante frustrante, pois acreditava que era mais rápido do que os pilotos da frente, mas fui forçado a ficar atrás deles durante praticamente toda a corrida", explicou Oliveira, citado pela Prima Pramac, depois de cortar a meta na 12.ª posição, depois de largar do 18.º posto.
"O lado bom, porém, é que reuni muitas informações valiosas para a corrida de amanhã. Finalmente sinto-me totalmente recuperado, embora, infelizmente, o resultado não reflita o que realmente sinto. Por exemplo, em pistas com pouca aderência, acredito que sou um dos melhores na Yamaha. Mas apesar disso, o meu tempo de qualificação não é aceitável, preciso de trabalhar arduamente porque algumas coisas não estão a aparecer", concluiu.
Espanhol será o embaixador exclusivo da marca na categoria do motociclismo
Italiano passa a somar 81 pontos, mais 4 do que Jorge Martin
Piloto do Aprilia não vencia uma corrida há mais de um ano e meio
O pódio ficou completo com o espanhol Jorge Martin (Aprilia) e o italiano Fabio DiGiannantonio (Ducati)
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Técnico do Atlético Ottawa pediu um 'challenge', tentando reverter um penálti contra a sua equipa
Lendário nome do futebol alemão, que também fez história em Itália, lamenta a trágica eliminação no apuramento para o Mundial
A 1.ª Liga polaca tem sido pautada por um equilíbrio tremendo e há quem esteja simultaneamente a lutar pela Europa... e para não descer